Assessoria Mediática

No agradável mundo das efemérides

E venham elas… São fantásticas! Para nós marketeers, são efetivamente uma ajuda preciosa.

Ele é o Dia do Amigo, o Dia da Mulher, o Dia da Felicidade, o Dia dos Filhos, o Dia da Atividade Física e por aí adiante. Temos dias para tudo e mais alguma coisa. Celebrarmos a vida todos os dias é o máximo e, a cada dia que passa, termos motivos para lembrar algo e registar euforicamente e com iniciativas mais ou menos dinâmicas o simbolismo que estes dias em especial representam, ajudam a deixar-nos a todos, de uma forma ou de outra, mais felizes.

Na comunicação, as efemérides são um bom eixo para o desenvolvimento e implementação de algumas campanhas. Permitem-nos contextualizar todo o conceito da campanha numa forma simples e eficaz de transmissão da mensagem, chegando facilmente ao público-alvo e permitindo o desenvolvimento, não só visualmente criativo de peças únicas linkadas à mesma, como também de uma série de iniciativas que casam todas na perfeição com o seu objetivo final.

Sugestão: O e-goi tem uma boa lista de efemérides, algumas fora da caixa, para quem trabalha na área da comunicação, marketing e relações públicas.

Em alguns casos, pode ser uma fonte de inspiração…

 

@Andreia Sá, Sénior Communication Consultant

O País do Digital

guess what Assessoria Mediática, Digital 8 Março, 2016

A transferência de leitores do papel para o digital é constante. Pode já assumir-se que o hábito de comprar o jornal no quiosque foi reduzido a uma minoria. A maioria das pessoas, principalmente os mais jovens, procura informações noutros formatos e consomem notícias de uma forma diferente”, escreveu António Caño, diretor do jornal espanhol El País, numa carta aberta à sua redação, publicada na última sexta-feira, onde dava conta de mudanças no modelo de negócio do diário.

 

A mudança é fácil de explicar. Quase a completar 40 anos de vida, o jornal vai continuar a existir na sua versão impressa “durante todo o tempo que for possível” (que é como quem diz, vai existir mais uns meses) mas vai apostar em força na edição digital, seguindo a lógica americana. O diretor do El País acrescenta que “esse meio é e será cada vez mais americano“, por ser na América que o jornal mais cresce e tem hoje “uma expansão mais prometedora”.

 

Recorde-se que em todo o mundo, esta aposta no digital em detrimento do papel é uma tendência. O The Independent, que nos anos 90 chegou a vender mais de 400 mil exemplares por dia, anunciou o fim do papel. Será o primeiro jornal britânico a tomar esse passo. Algo que a Newsweek, do outro lado do Atlântico, já fizera…há quatro anos. Por cá, já nasceu um jornal exclusivamente digital de sucesso – Observador – mas nenhum jornal tomou ainda o passo de deixar o papel para ser exclusivamente digital. Esse dia chegará e em breve.

 

A nós consultores de comunicação, cabe continuar a explicar aos clientes a evolução. Há pouco tempo, “sair no online” era um prémio de consolação para quando não havia espaço no papel; passou a ser uma alternativa tão ou mais interessante do que sair no papel e num futuro próximo será… a única opção.

 

Francisco Chaveiro Reis, Corporate Division Manager

Quem deve dar a cara numa crise?

guess what Assessoria Mediática, Relações Públicas 8 Fevereiro, 2016

A verdade é que esta é uma pergunta que, como é hábito em comunicação, não tem uma resposta. Mas, tendo em conta que existem várias respostas, vejamos alguns exemplos em que é fundamental ter pensado de antemão quem deve dar a cara quando a reputação de uma empresa, ou instituição, é afetada:

  • Quanto maior é a dimensão da crise, mais alto deve ser o cargo da pessoa escolhida para porta-voz. Em caso extremos, em que se registam vítimas, a presença de um alto cargo é imprescindível. Veja-se, por exemplo, o caso que recentemente abalou a BIAL como um exemplo de como se deve posicionar o órgão máximo de uma empresa, quando se está a lidar com uma crise séria.
  • No entanto, quem está no topo também é demasiado importante para ser lançado às feras num primeiro momento, quando a informação ainda é parca. A não ser que seja, mesmo, mas mesmo necessário, não devemos lançar o “trunfo” logo num primeiro momento. Controlar (dominar) a informação (fluxo) é imprescindível para podermos tomar as decisões mais acertadas.
  • Outra premissa que devemos seguir (à letra) num crise, é que: cada caso é um caso. Por isso, também devemos ajustar o porta-voz às necessidades reais do momento. Não podemos estar a colocar o CEO de uma empresa a dar a cara quando as questões são de menor relevância. Para que o CEO possa continuar a fazer o seu trabalho sem se preocupar (muito), deve estar rodeado de pessoas de confiança e com treino em gestão de crise. Um bom exemplo de uma estrutura comunicacional funcional é o Sport Lisboa e Benfica, onde, para dar resposta a “crises” há quase sempre alguém que dá a cara pelo órgão máximo do clube, resguardando-o do desgaste mediático do mundo do futebol (que é tremendo).

No entanto, apesar de tudo o que descrevi anteriormente, serem verdades la palisse para qualquer profissional de comunicação, não se esqueça que se o caro leitor deste artigo for um executivo que tenha a infelicidade de se ver envolvido em escândalos, crises de reputação, ou outras situações menos simpáticas, há uma coisa que precisa: estar bem assessorado e receber treino. Aqui, as sessões de media trainning, bem como o treino de cenários de crise, são um investimento e não um gasto.

 

Joaquim Vicêncio, Senior Communication Consultant

Saber ler uma (verdadeira) crise é fundamental

guess what Assessoria Mediática, Comunicação 19 Novembro, 2015

No momento em que a comunicação flui 24h por dia sem barreiras; no momento em que praticamente toda a informação é do domínio público; no momento em que, segundo a ONU, 6 dos 7 mil milhões dos habitantes do planeta terra têm um telemóvel; no momento em que marcas em todo o mundo se deparam com desafios, constantes e novos, à sua reputação… Este é o momento em que, se queremos mostrar consistência e segurança (e não viver em paranoia permanente), temos que saber distinguir uma crise de um issue. Isto serve para mim, para outros consultores e para clientes.

Crise: um acontecimento extraordinário que tem a capacidade de provocar um impacto imediato na reputação e nos resultados (económicos) de uma entidade. São inesperadas: gostam de entrar sem bater à porta e costumam colocar os alvos no centro da atualidade mediática. Um facto sobre as crises: quase sempre provocam vítimas.

Issue: trata-se de um conflito em potência que, em princípio não representa um risco imediato para a reputação ou para o negócio da empresa. Tem a capacidade, isso sim, de se transformar numa crise se não damos a resposta correta.

Moral da história: é fundamental ter profissionais que saibam fazer esta distinção; que saibam “Quando?”, “Onde?” e “Como?” dar resposta a estes desafios. Aqui há um fator fundamental para quem tem que dar estas respostas: experiência.

 

@Joaquim Vicêncio, Senior Communication Consultant

E viva a informação…

guess what Assessoria Mediática, Comunicação, Relações Públicas 18 Fevereiro, 2014

Assumir a complexidade da vida moderna significa incorporar na rotina pessoal a consciência de que não temos condições de captar toda a diversidade de percepções da realidade e que, portanto, as nossas opiniões e posicionamentos são sempre relativos.

Os tempos de facto mudaram e não é possível confiar numa única fonte de informação, por melhor que ela seja. Cada vez mais as pessoas consultam diferentes fontes de informação para tomarem as suas decisões ou simplesmente manterem-se informadas e poderem opinar sobre este ou aquele assunto. Desde jornais, revistas, notícias ouvidas na rádio logo de manhã ou seguidas nos noticiários ao fim do dia, passando pela imprensa online e pelas redes sociais ao longo do dia, a mesma informação / notícia é dita e logo percepcionada de diferentes formas.

Para manter uma sintonia mínima com a dinâmica social, os jornalistas não têm outra alternativa senão pesquisar, duvidar, conferir e compartilhar dados, informações e conhecimentos. Obviamente que isto leva o seu tempo e, com o ritmo alucinante que a sociedade em geral vive hoje em dia, os meios de comunicação social têm que gerir todo um conflito que se lhes depara entre o ir a fundo da notícia que estão a transmitir ou, simplesmente, passar a informação básica, com uma ou outra nuance que, na maioria dos casos, acaba por explorar o voyeurismo do que mais impacto (e vendas) pode trazer.

Ter a noção clara do poder e influência que nos dias de hoje, a comunicação social tem junto das pessoas que se querem informadas, é primordial. Perceber que existe um enorme desafio por parte de quem comunica em conseguir transmitir, no momento útil, a informação mais correta e completa possível é essencial e, concluir que, para colmatar algumas falhas e dificuldades, nomeadamente em termos de gestão de tempo, começar a ver nas agências de comunicação fontes de informação dos jornalistas, podem se facto ser factores que proporcionem a passagem de melhor e atempada informação.

E assim vivemos na era da informação…

Na semana dos Nobel … Guess What comunica presença de premiados Nobel em Portugal

guess what Assessoria Mediática, Comunicação 10 Outubro, 2013

Na semana em que se anunciam os Prémios Nobel de 2013, a Guess What não podia estar mais de acordo com a agenda mediática: somos a agência escolhida para comunicar o iMed 5.0, que traz a Portugal quatro premiados Nobel da Medicina e da Química.

O iMed é um congresso que pretende trazer a inovação, na primeira pessoa, a estudantes da área das Ciências da Vida. A 5ª edição realiza-se nos dias 11, 12 e 13 de Outubro de 2013, na Reitoria da Universidade NOVA de Lisboa, e, sob o tema condutor “Medicina Personalizada”.

Harald zur Hausen, Nobel da Medicina em 2008, Robin Warren, Nobel da Medicina em 2005 e Ada Yonath, Nobel da Química em 2009 e Sir Richard J. Roberts, Nobel da Medicina em 1993, lideram o painel de conferencistas de referência aos quais se juntam Anne Dejean-Assémat, premiada com o L’Oréal-Unesco Award for Women in Science 2010, Mukesh Jain, presidente da Sociedade Americana para a Investigação Clínica, e F. Charles Brunicardi, “Best Doctor in America” e editor do tratado de cirurgia mais lido em todo o mundo, o “Schwartz’s Principles of Surgery”.

Este evento é organizado anualmente pela Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa (AEFCML) e espera receber na edição 5.0 cerca de 600 participantes.

Mais informação em www.imedconference.org.

Sucessos Guess What são notícia lá fora!

guess what Assessoria Mediática, Comunicação 19 Julho, 2013

A GLOBALHealthPR, a maior organização mundial ligada à comunicação em Saúde com mais de 200 especialistas na área, representada em Portugal pela Guess What,  acaba de dar destaque no seu blog a mais uma conquista nossa, após distinção de mérito na categoria de Comunicação de Responsabilidade Social do Grande Prémio APCE´13 com a campanha “Cuide de Si, Esteja atenta”! O nosso obrigado à GLOBALHealthPR pelo destaque e pelas simpáticas palavras!

Um blog a ler e a seguir aqui.

Assessoria de imprensa é a boia de salvação mais eficaz para as crises

guess what Assessoria Mediática 16 Julho, 2013

A assessoria de imprensa continua a ser o instrumento mais utilizado pelas empresas quando o assunto é responder a uma crise. Esta é a principal conclusão do European Communication Monitor 2013, um estudo realizado em parceria com a Associação Europeia de Diretores de Comunicação (EACD) que revelou que em 2012, os responsáveis de comunicação recorreram às media relations, em 76 por cento dos casos.

A pesquisa apurou que no ano passado, sete em cada 10 diretores de comunicação enfrentaram uma situação de crise, sendo as mais frequentes as crises institucionais, as dificuldades com serviços ou produtos, os problemas de sucessão nas empresas e a instabilidade económica e financeira.

Para além da assessoria de imprensa, os recursos mais usados pelos dirigentes das empresas para combater uma crise são os contactos pessoais (73 por cento), as brochuras, o direct mail, a intranet e os sites (48 por cento) e as redes sociais (38 por cento).

O European Communication Monitor 2013 auscultou 2710 profissionais da comunicação de 43 países.

Comunicado de Imprensa: Parece fácil, mas a experiência diz que não!

guess what Assessoria Mediática, Comunicação 28 Maio, 2013

A redação de um comunicado de imprensa pode parecer uma tarefa fácil para qualquer profissional de relações públicas. Mas a verdade é que muitos deles revelam falhas a este nível e dificuldades em conseguir captar a atenção do destinatário. Nesse sentido, ficam aqui algumas dicas que poderão ser úteis no futuro, para quem ler este artigo:

  • A primeira e mais importante regra quando se escreve um comunicado de imprensa é “contar uma história”. Para isso deve-se antecipar o que o destinatário considera relevante em termos de conteúdo. Se a história for surpreendente, polémica ou desafiar a sabedoria convencional está no bom caminho para dar origem a uma notícia com grande destaque e uma boa mancha mediática.
  • Não forçar grandes notícias de pequenos acontecimentos. Não adianta tentar o impossível quando o que temos para divulgar não tem qualquer interesse jornalístico.
  • Dedicar mais tempo a explicar o “porquê” e não o “quê”.
  • Ao usar citações não se deve recorrer a frases felizes. É mais importante explicar os motivos que conduziram a algo em vez de recorrer a adjetivos ou elogios.
  • Evitar palavras vulgares e hiperbólicas. Utilizar uma linguagem objetiva e direta.
  • Não desperdiçar o lead. O primeiro parágrafo dever conter a informação principal do comunicado, deixando para os restantes parágrafos conteúdos que acrescentem algo relevante à história.
  • Não usar pontos de exclamação, palavras em negrito e letras maiúsculas. Frases bem estruturadas e uma boa escolha de palavras falam por si e dispensam a necessidade de chamar atenção para elas próprias com acentuação excessiva.