Relações Públicas

Jornalismo na Era Digital – Questionário Guess What

guess what Comunicação, Digital, Relações Públicas 14 Março, 2014

Comunicados mais curtos e concisos, com informação relevante no início do texto e estilo informativo, em vez de publicitário; comunicados acompanhados de imagens ou vídeos; maior rapidez nas respostas e maior conhecimento do perfil dos meios. São estas as sugestões que os jornalistas online fazem às agências de comunicação nas respostas ao Questionário “Jornalismo na Era Digital”, levado a cabo pela Guess What, junto de 32 jornalistas, entre 21 e 24 de fevereiro.

 

O objetivo deste questionário foi perceber quais as práticas corretas e incorretas das agências na abordagem aos jornalistas, numa era predominantemente digital. 44 por cento dos jornalistas online consideram que os materiais que recebem das agências de comunicação são adequados às suas necessidades. 93 por cento dos jornalistas online consultados pela Guess What, consideram que seria útil e interessante ter acesso a uma plataforma online onde pudessem consultar, proactivamente, informações atualizadas e antigas (em arquivo) e ter acesso a um banco de imagens e agenda de eventos.

 

Quanto aos materiais de comunicação mais úteis para o trabalho dos jornalistas online, 32 por cento dos jornalistas inquiridos preferem receber texto; 29 por cento, imagens e 18 por cento, vídeos. No que toca ao formato de documentos que os jornalistas preferem receber por correio eletrónico, o destaque vai para documentos em formato Word (47 por cento), seguidos de texto no corpo do email (33 por cento) e documentos em formato PDF (18 por cento).

 

No que toca ao uso de redes sociais num contexto profissional, 43 por cento dos inquiridos prefere o Facebook, 29 por cento, o Linkedin e 18 por cento, o Twitter. Apenas sete por cento recorre a blogues.

 

76 por cento dos inquiridos preferem receber imagens em formato JPG. 67 por cento dos jornalistas de online portugueses consultados neste questionário, preferem serviços online de partilha de documentos, como o wetransfer, como ferramenta de partilha de informação que recebe das agências de comunicação. A cloud e FTP, com 16 por cento de respostas cada, são as outras opções preferidas.

 

Grande parte dos jornalistas online considera que o envio de informação com embargo é útil, na medida em que permite “maior cuidado na preparação do trabalho” já que “mesmo no online é preciso planear o mês. Guarda-se a informação até poder utilizá-la”.

 

 

E viva a informação…

Assumir a complexidade da vida moderna significa incorporar na rotina pessoal a consciência de que não temos condições de captar toda a diversidade de percepções da realidade e que, portanto, as nossas opiniões e posicionamentos são sempre relativos.

Os tempos de facto mudaram e não é possível confiar numa única fonte de informação, por melhor que ela seja. Cada vez mais as pessoas consultam diferentes fontes de informação para tomarem as suas decisões ou simplesmente manterem-se informadas e poderem opinar sobre este ou aquele assunto. Desde jornais, revistas, notícias ouvidas na rádio logo de manhã ou seguidas nos noticiários ao fim do dia, passando pela imprensa online e pelas redes sociais ao longo do dia, a mesma informação / notícia é dita e logo percepcionada de diferentes formas.

Para manter uma sintonia mínima com a dinâmica social, os jornalistas não têm outra alternativa senão pesquisar, duvidar, conferir e compartilhar dados, informações e conhecimentos. Obviamente que isto leva o seu tempo e, com o ritmo alucinante que a sociedade em geral vive hoje em dia, os meios de comunicação social têm que gerir todo um conflito que se lhes depara entre o ir a fundo da notícia que estão a transmitir ou, simplesmente, passar a informação básica, com uma ou outra nuance que, na maioria dos casos, acaba por explorar o voyeurismo do que mais impacto (e vendas) pode trazer.

Ter a noção clara do poder e influência que nos dias de hoje, a comunicação social tem junto das pessoas que se querem informadas, é primordial. Perceber que existe um enorme desafio por parte de quem comunica em conseguir transmitir, no momento útil, a informação mais correta e completa possível é essencial e, concluir que, para colmatar algumas falhas e dificuldades, nomeadamente em termos de gestão de tempo, começar a ver nas agências de comunicação fontes de informação dos jornalistas, podem se facto ser factores que proporcionem a passagem de melhor e atempada informação.

E assim vivemos na era da informação…

Inovação na Saúde em Portugal? A Guess What está presente!

guess what Comunicação, Eventos, Relações Públicas 12 Dezembro, 2013

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) convidou 60 personalidades, de diferentes quadrantes da sociedade portuguesa, para integrar o “Think Tank” – Pensar a Saúde – Promover e Disponibilizar a Inovação aos Cidadãos. Este grupo de pensadores teve como tarefa apontar caminhos que permitam um acesso à inovação na saúde, assegurando a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS). A Guess What teve como tarefa a divulgação mediática dos seus resultados, que foram apresentados e debatidos ontem no Centro Cultural de Belém.

António Câmara (diretor-geral da Ydreams), João Pereira (diretor da ENSP), Adalberto Campos Fernandes, Luís Campos, José Luís Biscaia, Paula Brito e Costa, Maria Antónia Almeida Santos e Ricardo Baptista Leite foram alguns dos especialistas analisaram as conclusões do “Think Tank” numa iniciativa apoiada pela Roche Farmacêutica enquanto enabling partner.

Ana Escoval, Professora de Políticas e Administração de Saúde, na Escola Nacional de Saúde Pública e líder deste “Think Tank”, considera que “a atual crise financeira, condiciona o volume de recursos a afetar à inovação terapêutica e às despesas na saúde. Sabemos que “verdadeiras” inovações produzem potencialmente melhor saúde, otimização de processos (qualidade e segurança) e geram melhorias de eficiência e satisfação dos doentes e profissionais. São por isso, naturalmente imprevisíveis os impactos desta redução na inovação, a médio e longo prazo, nomeadamente nos indicadores de saúde e na qualidade de vida dos cidadãos”.

Após a definição, criteriosa e clara para todos, do que é realmente a inovação terapêutica elegível para financiamento público, a criação de um Fundo que garanta o acesso dos doentes a essa inovação (que permita cobrir a diferença entre o tratamento standard e o inovador) e que impeça a sua suborçamentação, é uma das propostas apresentadas pelos peritos que aceitaram participar neste Think Tank.

You can say i’m a dreamer…

guess what Comunicação, Relações Públicas 14 Novembro, 2013

Podia ser do espírito natalício. Podia ser motivado por uma realidade pessoal. Podia ser (mais um) projeto profissional. Podia ser a soma de tudo isto mas, acima de tudo, é a vocação de comunicadores em saúde que nos permite apresentar hoje o lançamento de duas novas ambições:

Petição pela criação do Dia Nacional do Transplante

Petição para a implementação do Dia do Cuidador

São ambas iniciativas que, embora respondam a necessidades distintas, se enquadram na nossa missão de consciencialização da sociedade para a promoção da saúde e qualidade de vida através das comunicação e Relações Públicas. Estas são também reflexo do crescente número de instituições (parceiros, clientes…) com quem temos o privilégio de trabalhar por ações com real impacto na sociedade.

Deixamos o desafio a todos para que leiam e, se concordarem, assinem e divulguem. São pequenos passos que contribuem para a qualidade de vida de todos nós!

Mais informação em:

Implementação do Dia do Cuidador: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=P2013N71426

Institucionalização do Dia Nacional do Transplante: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=P2013N71249

 

Papa Francisco

guess what Comunicação, Relações Públicas 7 Novembro, 2013

 

Há dias foi revelado que o Papa Francisco pretende saber o que pensam os católicos da homossexualidade, uniões de facto ou o uso de contracetivos. O Papa enviou um inquérito às conferências episcopais de todo o mundo para serem distribuídas pelas paróquias e respondidas pelos fiéis. Um inteligente ato de relações públicas que envolve as pessoas e legitima as posições que possam ser tomadas posteriormente pela Igreja.

 

RP, a profissão que nunca dorme?

guess what Relações Públicas 11 Outubro, 2013

Esta semana, o New York Observer publicou um artigo sobre o sector das relações públicas em Nova Iorque. Ao que parece, a indústria das agências de comunicação vai de vento em poupa, com lucros a crescer 22,3% em 2012.

O artigo, que se baseou num ranking de 50 empresas do sector a actuar na cidade norte-americana, refere que a influência das agências de comunicação está a aumentar, comparando-as com verdadeiras redacções, criadoras de conteúdos, principalmente graças aos diferentes canais de comunicação existentes actualmente, como é o caso das redes sociais.

Em tom de brincadeira, talvez não seja de estranhar que esta profissão esteja em ascensão naquela que é conhecida como a “cidade que nunca dorme”. Segundo o site CarrerCast são exactamente as longas horas de trabalho e a sensação de falta de controlo que tornam as relações públicas uma das dez profissões mais stressantes do mundo.

Certo é que, no mesmo artigo, o relações públicas americano Michael Kaminer salienta que “nunca houve uma altura tão boa para praticar RP em Nova Iorque”. Steven Rubinstein, também ele profissional da área, explica esta tendência com a dificuldade em manter uma boa reputação nos dias que correm o que, consequentemente, aumenta a procura de especialistas em comunicação.

Em Portugal ainda não há números sobre o sector. Talvez não sejam precisas noites sem dormir mas os ecos internacionais mostram boas práticas que podem servir de exemplo em contexto de crise económica, onde a reputação e o fazer-se notar deverá ser a palavra de ordem.

Independentemente das mudanças necessárias no sector e recriações da profissão à parte, a verdade é que estes e outros números mostram que as relações públicas não andam a dormir.

O Marketing que se cuide

guess what Comunicação, Relações Públicas 5 Setembro, 2013

 

São frequentes os casos em que más práticas relacionadas com promoções duvidosas, contactos agressivos e insistentes por telefone ou omissão de informações colocam o marketing e os seus profissionais em maus lençóis. São rapidamente apontados como os tais malandros que fazem tudo para conseguir uma nova venda. A crise económica, o aumento da concorrência e a pressão dos resultados não deixa antever melhores dias para os marketeers.

 

O bom marketing tem de ser aquele que:

» Não esconde. Informa;

» Não deturpa. Esclarece;

» Não impõe. Seduz;

» Não vende. Satisfaz;

» Não priva. Partilha;

» Não perturba. Auxilia;

» Não argumenta. Escuta.

» Não vigia. Monitoriza.

Transplantação e estudantes de medicina no portfolio da Guess What

guess what Comunicação, Relações Públicas 2 Agosto, 2013

A Guess What acaba de reforçar o seu portfólio de contas da área de healthcare com dois projetos ligados à medicina: o congresso iMed 5.0, organizado pela Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa (AEFCML) e a Sociedade Portuguesa de Transplantação.

O iMed – Innovating Medicine Conference® é um congresso que pretende trazer a inovação, na primeira pessoa, a estudantes da área das Ciências da Vida. A 5ª edição realizar-se-á nos dias 11, 12 e 13 de Outubro de 2013, na Reitoria da Universidade NOVA de Lisboa, e, sob o tema condutor “Medicina Personalizada”, trará pela primeira vez a Portugal quatro premiados Nobel da Medicina e da Química: Harald zur Hausen, Nobel da Medicina em 2008, Robin Warren, Nobel da Medicina em 2005 e Ada Yonath, Nobel da Química em 2009. A Guess What está encarregue da divulgação pré-congresso e do gabinete de imprensa durante os trabalhos a realizar em Outubro.

Já a Sociedade Portuguesa de Transplantação, atualmente liderada por Fernando Macário, nefrologista, tem como missão a promoção e divulgação da atividade científica relacionada com a transplantação em Portugal e contará com o apoio da Guess What na divulgação mediática das suas principais ações e na implementação do Dia Nacional do Transplante.

A Guess What conta no seu grupo de healthcare com uma equipa especializada com mais de 15 anos de experiência na área da comunicação em saúde e representa em Portugal a GLOBALHealthPR, uma network internacional de agências de relações públicas líderes, independentes e com fortes expertises na área da saúde, com sede em 24 países.

Já faltou mais para andarmos de estetoscópio ao peito…

Comunicação Autárquicas

guess what Comunicação, Relações Públicas 25 Julho, 2013

 

Quantos mais exemplos observo na rua, nas mais diversas localidades, de norte a sul do país, e por aqui no Imagens de Campanha, mais acho que se perdeu uma nova oportunidade de inovar na comunicação política. As mensagens são, no mínimo, banais e fracas. Alguns exemplos:

» “As Pessoas Contam”

» “Juntos. Avançamos”

» “Com a Póvoa no Coração”

» “Mudança, a Única Esperança”

» “Sempre Presente Sempre Solidário”

» “Vizela é para Todos”

» “Soure para Todos”

» “Juntos pelo Montijo”

» “Esperança no Futuro”

» “Por si. Consigo”

» “Amadora Mais”

» “Porto Santo com Coragem”

» “Somos Confiança”

» “Albufeira Primeiro”

» “Todos Pela Mudança”

» “Dedicação. Saber fazer”

» “Novos Tempos. Novas Soluções”

» “Juntos por Guimarães”

» ”Juntos por Faro”

» “Vencer 2013”

» “Gondomar Somos Todos Nós”

» “Gondomar Com Esperança”

 

Como podem ver existem slogans que se repetem (Guimarães e Faro ou Vizela e Soure) e quase todos poderiam ser utilizados por candidatos de outros locais. Não existem mensagens verdadeiramente diferenciadoras que transmitam algo pessoal do candidato ou um compromisso objetivo com os seus munícipes. Um verdadeiro deserto de conteúdo. Um voto em branco para todos estes candidatos.