Assessoria Mediática

Transplantação e estudantes de medicina no portfolio da Guess What

guess what Comunicação, Relações Públicas 2 Agosto, 2013

A Guess What acaba de reforçar o seu portfólio de contas da área de healthcare com dois projetos ligados à medicina: o congresso iMed 5.0, organizado pela Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa (AEFCML) e a Sociedade Portuguesa de Transplantação.

O iMed – Innovating Medicine Conference® é um congresso que pretende trazer a inovação, na primeira pessoa, a estudantes da área das Ciências da Vida. A 5ª edição realizar-se-á nos dias 11, 12 e 13 de Outubro de 2013, na Reitoria da Universidade NOVA de Lisboa, e, sob o tema condutor “Medicina Personalizada”, trará pela primeira vez a Portugal quatro premiados Nobel da Medicina e da Química: Harald zur Hausen, Nobel da Medicina em 2008, Robin Warren, Nobel da Medicina em 2005 e Ada Yonath, Nobel da Química em 2009. A Guess What está encarregue da divulgação pré-congresso e do gabinete de imprensa durante os trabalhos a realizar em Outubro.

Já a Sociedade Portuguesa de Transplantação, atualmente liderada por Fernando Macário, nefrologista, tem como missão a promoção e divulgação da atividade científica relacionada com a transplantação em Portugal e contará com o apoio da Guess What na divulgação mediática das suas principais ações e na implementação do Dia Nacional do Transplante.

A Guess What conta no seu grupo de healthcare com uma equipa especializada com mais de 15 anos de experiência na área da comunicação em saúde e representa em Portugal a GLOBALHealthPR, uma network internacional de agências de relações públicas líderes, independentes e com fortes expertises na área da saúde, com sede em 24 países.

Já faltou mais para andarmos de estetoscópio ao peito…

Primeira edição do Re-Thinking Pharma 2013-2023

É com prazer que anunciamos que fomos a agência de comunicação escolhida para desenvolver a comunicação da primeira edição do evento Re-Thinking Pharma 2013-2023, uma iniciativa direcionada a todos os profissionais da indústria farmacêutica.

O “Re-Thinking Pharma 2013-2023” é um projeto da autoria da Pharmaplanet que pretende constituir-se como a reunião magna anual para Profissionais 
da Indústria Farmacêutica e terá lugar no Hotel Aqualuz em Tróia, nos dias 17 e 18 de Maio de 2013. A organização prevê a participação de 500 participantes, 25% dos quais em funções diretivas na indústria farmacêutica.

Saúde: que Modelo de Estado Social?

guess what Comunicação, Relações Públicas 21 Janeiro, 2013

A Guess What presenciou este importante debate que decorreu hoje de manhã no Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa e contou com a participação de Paulo Macedo, Ministro da Saúde, Maria De Belém Roseira, Adalberto Campos Fernandes, Pedro Pita Barros e Isabel Vaz.

Uma iniciativa da Antena 1 e Universidade Nova moderada por Jorge Correia naquele que foi o seu última ato enquanto jornalista (novos desafios aguardam o Jorge a quem desejamos as maiores felicidades).

Ideias referidas por Paulo Macedo a reter: o Governo não quer alterar o SNS dentro de uma sustentabilidade ainda não conseguida; grande parte do Orçamento da Saúde de 2013 será utilizado para pagamentos atrasados a fornecedores; o futuro passa pela eliminação de duplicações de serviços e subsistemas (como é o caso da ADSE). Confirmou-se também a ideia de que quem percebe muito disto é Maria de Belém, atenta, informada e articulada.

Wake me up when September ends…

september

Este Setembro promete ser especialmente desafiante para todos os consultores de comunicação que têm entre mãos projectos de assessoria de imprensa que não se cruzem, de alguma forma, com os temas que vão dominar a agenda: política (campanha e eleições), gripe (sazonal e gripe A) e eventualmente alguns casos de justiça que possam ver algum desenvolvimento neste período.

Como habitualmente, as editorias de política e sociedade irão buscar reforços às restantes equipas e reorganizar o seu espaço para informar o cidadão sobre todo e qualquer desenvolvimento nesta área. Poder-se-ia dizer que não haverá espaço para “más estórias” mas já sabemos que isso é um contra-senso numa fase pré-eleitoral.

Mais facilmente ficarão algumas “boas estórias” pelo caminho simplesmente porque decidiram ser contadas no mês errado…

Uma questão de timing (e de lata)

Guess What Assessoria Mediática, Comunicação, Eventos 29 Maio, 2009

 

Quarta-feira, 27 de Maio, Dia Mundial da Esclerose Múltipla. Conferência de imprensa para assinalar a efeméride. Na sala ao lado e por coincidência, decorre a reunião das Administrações Regionais de Saúde com a presença de várias personalidades ligadas à área

A caminho da toilet o Consultor cruza-se com a Ministra da Saúde e não perdoa. Apresenta-se e lá vai Information Kit  para o Ministério. Infelizmente para ambos havia fotógrafo por perto…

Os jornalistas e as agências de comunicação

Para assinalar o primeiro ano da Guess What PR, solicitámos a um grupo de jornalistas de marketing, uma opinião sobre o que mais e menos gostam no relacionamento com agências de comunicação. Acima de tudo queríamos iniciar uma reflexão de interesse entre alguns dos principais intervenientes na esfera da assessoria mediática. Por aqui acreditamos no diálogo e na partilha de ideias como a forma mais rápida solucionar discrepâncias de actuação.

Gostaríamos de ter tido mais feed-back sobre o tema mas o que recebemos é bem válido. Aqui fica testemunho de um dos bons jornalistas da área do marketing e comunicação de um meio nacional (que, por motivos profissionais, preferiu não ser identificado). Alguns dos pontos focados são de extrema relevância e servem para reflexão:

“Acho que as agências de comunicação são boas gestoras de informação e acho que o jornalismo seria um pouco caótico sem elas. Do ponto de vista das empresas, na minha opinião elas são indispensáveis. Para os jornalistas, dão jeito em certos momentos. Permitem mais facilmente chegar a algumas fontes (as boas agências, claro). Muitas vezes dão dicas para artigos interessantes, fazem sugestões de entrevistas pertinentes, comunicam novidades empresariais, etc.
O reverso da medalha (que continua a ser essencial, na óptica das empresas) é termos mais um interlocutor quando se tenta chegar, rapidamente à fonte. Não raras vezes o jornalista é remetido, por vezes pela própria fonte, para a sua agência de comunicação. Que atrapalha, atrasa, esconde a informação. Isto acontece todos os dias. Outra dos pontos negativos das agências de comunicação é a quantidade incrível de informação que debita para os meios errados. Basta um jornalista passar a manhã numa entrevista, ou numa conferência de imprensa e chegar à redacção às 15h para o seu dia ficar desesperante com a quantidade de emails desinteressantes que recebe. Perde-se imenso tempo a gerir os mails realmente interessantes, o que acaba por, por vezes, deixar alguns relevantes para trás. Esta discussão tem sido feita, entre jornalistas, no Twitter. Se eu trabalho num jornal desportivo, ou na secção de Política do Público, porque razão recebo um convite para a apresentação de uma nova debulhadora em Beja?
Outro dos pontos negativos tem a ver com o facto de, quando por vezes um jornalista tem uma «cacha» sobre determinado assunto e não consegue uma reacção oficial para o confirmar (ou não tem o contacto da pessoa/não consegue passar pela secretária e chegar até ela), e tenta confirmar a informação com a agência de comunicação, não é raro acontecer três coisas: a agência “esquecer-se” de responder ou não comentar a informação, afirmando em “off” que não é verdadeira (quando o é); lançar um comunicado de imprensa com essa informação para todos os meios, acabando nesse momento com a «cacha» jornalística; ligar para os meios concorrentes a dar a informação em off. Isto acontece muitas vezes.
Finalmente, e para não me alongar, acho que existe um problema de hierarquia de meios de comunicação. Os jornalistas têm a noção que o circuito das agências de comunicação funciona um bocado assim. Se eu trabalhar no Expresso, tenho acesso a todas as notícias em primeira mão. Se trabalhar no Diário Económico, a quase todas as de economia. E por esta ordem. Na semana passada o Salvador da Cunha dizia no seu blog que foi contactado por um jornalista, que ao tentar confirmar certa notícia com uma fonte de vários anos, esta disse-lhe que não podia falar porque a agência de comunicação já tinha dado a cacha ao Expresso…”

Um ano de (boa) comunicação

É verdade, hoje é dia de festa por estas bandas. Comemoramos um ano de actividade, ou fazendo um pouco de spin “à lá RP” cerca de 3 mil horas, 48 segundos e 87 milésimos de segundo. Ainda não é muito mas é o que temos. Ainda me lembro do dia em que pegámos na nossa malinha de cartão e largámos uma confort zone de 4 anos, a MediaHealth Portugal.

Despesas na criação da Guess What PR: 25 mil euros. A cara do nosso ex-Administrador na hora do adeus: priceless.

O maior desafio passou (e passa) por avançar para novas áreas de actuação onde a network é curta. Da comunicação em Healthcare, onde somos estupidamente bons, para outras áreas como tecnologia, cultura, institucional, grande consumo. Um ano depois o balanço é este: cerca de 202 mil euros facturados, 23 clientes trabalhados em várias áreas, triplicação da equipa de trabalho, mudança para umas instalações maiores, a criação de produção do 1º Relatório “Os paradigmas da comunicação em Saúde” (38 páginas de intensa reflexão – a propósito, quem estiver interessado em receber uma cópia – temos três para distribuir -pode soliciar a mesma para geral@guesswhatpr.com), novo servidor, etc. Uma canseira!

Acima de tudo continuamos divertidos e motivados com a dinâmica da comunicação, uma área que proporciona desafios interessantes todos os dias. E tal, só por si, vale o esforço. Esperamos festejar mais uns anitos e para todos aqueles que têm receio em seguir os seus sonhos, aqui fica uma singela mensagem:   “The only way of finding the limits of the possible is by going beyond them into the impossible” – Arthur C. Clarke  (uma frase que me saiu num Kinder surpresa e que depois de tanto tempo dentro de um ovo de chocolate merece mais divulgação…).