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Cinco Tendências para as Redes Sociais em 2020

Guess What Comunicação, Digital 13 Fevereiro, 2020

Sim, sei que já estamos em fevereiro, mas ainda vou a tempo de falar sobre as tendências para as redes sociais em 2020. Embora grande parte daquelas que vos vou apresentar já não seja novidade para ninguém, acredita-se que este será o ano da consolidação das tendências que ganharam ascensão ao longo da década.

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O que é SEO?

Guess What Digital 12 Junho, 2019

O fantástico mundo do SEO chegou até mim de uma forma mais clara, agora que estou a tirar um curso de Digital Marketing & Strategy. Até aqui, nunca tinha percebido verdadeiramente o que era ou o que implicaria.

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Uma questão de timing.

guess what Comunicação, Digital 12 Abril, 2017

O caso do passageiro expulso do avião da United Airlines está a correr mundo, pelos piores motivos. Segundo o Observador, “no mês passado, a mesma companhia esteve envolvida num episódio polémico não muito diferente deste. Duas crianças foram impedidas de entrar no avião porque estavam a vestir leggings que, de acordo com a United Airlines, não obedece ao dress code da companhia.”.

Mas bom, este espaço não serve para comentar as motivações/decisões da companhia. Quero falar sobre outras companhias que aproveitaram a primeira situação (e muito bem) para apostar em publicidade. Passo a apresentar alguns casos:

Crédito de imagem: José Brízida

Assistimos a duas empresas que, criativamente, se apresentam como soluções face ao caso United Airlines. A primeira imagem, apesar de não ser oficial, fez com que a Southwest sofresse um pico de menções nas Redes Sociais. A segunda imagem apresenta uma opção de utilização de anúncios patrocinados no Youtube de forma astuciosa.

A questão que se prende é: será eticamente sustentável aproveitar situações negativas de concorrentes para auto-promoção? A rentabilidade do ROI, compensa?

Investir na área digital tem as suas vantagens, nomeadamente a possibilidade de medir e quantificar o sucesso da campanha/ação. Assim, seria interessante não só pensar e implementar a ideia, mas como também investir em investigação, por forma a indagar o real impacto da mesma.

@Marta Barroso Gonçalves, Digital Manager

“Content is King. Distribution is Queen”

guess what Comunicação 24 Fevereiro, 2017

“Content is King. Distribution is Queen”. Quem tem acompanhado a digitalização e a evolução do marketing de conteúdo já se cruzou, certamente, com esta afirmação.

São muitas as razões que justificam o aforismo: das limitações publicitárias online à atitude mais crítica e seletiva do consumidor, muitos foram os fatores que catapultaram o conteúdo para o palco da estratégia digital.

De marcas com comunicações tendencialmente unilaterais e, em muitos casos, centradas nas suas mensagens, estamos gradualmente mais focados em entregar aos públicos o que estes realmente procuram, moldando as suas mensagens a esses interesses e não o inverso.

Ao longo deste caminho, percebemos que o melhor dos conteúdos não conquistaria se não chegasse às pessoas certas. Desta consciencialização, nasceu o casamento (de conveniência?) entre conteúdo e distribuição.

No entanto, não consigo deixar de pensar nos herdeiros deste casamento real. O motivo? A sucessão. É essencial assegurar a continuidade de uma estratégia de conteúdo saudável a longo prazo. Podemos identificar muitos príncipes pretendentes a esta coroa mas, hoje, gostava de colocar na genealogia digital um dos herdeiros de destaque: a análise de dados.

Notável pela capacidade de criar métricas e compreender as preferências/ bloqueios do consumidor com base em dados objetivos, a digitalização abre-nos portas a estratégias de negócio mais informadas e atualizadas em tempo real.

A apologia da “recolha – análise – interpretação – reformulação estratégica” está a aumentar (e ainda bem). Até os barómetros sobre mercado de trabalho espelham esta necessidade: segundo este artigo, a procura de competências analíticas crescerá 18.6 por cento até 2024.

Mas, como em qualquer área, os excessos pagam-se caro: se muitas organizações ignoram o potencial dos dados de que, provavelmente, dispõem, outras correm o risco de sobreanalisar e perder-se num excesso de informação que, ao invés de agilizar o negócio, o complexifica.

Os dados são essenciais às organizações modernas mas saber selecionar que dados espelham os objetivos e contribuem para a compreensão e melhoria do negócio é igualmente importante.

A estrutura de recolha e análise de dados dependerá de cada negócio, da estratégia, dos canais e de tantos outros critérios intrínsecos. E se a certeza que os dados estarão cada vez mais associados à competitividade e à criação de valor global de um negócio, o conteúdo, enquanto personagem forte do marketing digital, não é exceção: uma estratégia assente em conteúdo de qualidade, com uma correta arquitetura de distribuição tem todo o potencial, mas este só terá longevidade se incorporar os dados relevantes ao objetivo – tanto os recolhidos antes, no momento zero da estratégia, como ao longo de toda a sua execução.

@Nélia Silva, Senior Communication & Digital Consultant

O papel desempenhado pelas redes sociais na participação política

guess what Comunicação 1 Fevereiro, 2017

A utilização das redes sociais tem crescido rapidamente enquanto fórum para a participação e ativismo político nas suas diferentes formas. Plataformas como o Twitter, o Facebook e o YouTube, oferecem novas formas de estimular o envolvimento dos cidadãos na vida política, onde as eleições e as campanhas eleitorais têm um papel essencial.

A comunicação pessoal através das redes sociais aproxima os políticos e partidos dos seus potenciais eleitores. Permite que os políticos comuniquem mais rapidamente e alcancem os cidadãos de forma mais eficaz e de uma maneira mais seletiva e vice-versa, sem o papel intermediário dos meios de comunicação social. Reações, feedback, conversas e debates são gerados online, bem como o apoio e a participação em eventos offline. As mensagens enviadas por meio de redes pessoais são, por sua vez, multiplicadas quando partilhadas, o que permite alcançar novos públicos.

A este propósito, foi criado no âmbito da Assembleia da República, o Grupo de Trabalho para o Parlamento Digital com vista a promover uma reflexão com o objetivo de melhorar a qualidade da democracia parlamentar através das novas tecnologias, aproximando o Parlamento dos cidadãos, comunicando mais e melhor, e colaborando com a comunidade para reforçar o escrutínio informado sobre a Assembleia da República.

Assim, a iniciativa de criar o Grupo de Trabalho para o Parlamento Digital nasceu exatamente da convicção de que uma das formas de fortalecer a relação entre o Parlamento e os cidadãos passa, incontornavelmente, por potenciar a utilização das novas tecnologias, nomeadamente pela Internet. Neste campo, as redes sociais, afirmaram-se nos últimos anos como um dos principais palcos de debate público em qualquer democracia. Basta ver a estratégia e a forma até inusitada e engenhosa de como o Presidente norte-americano Donald Trump utiliza o Twitter e, por outro lado, reparar como alguns parlamentos têm procurado usar estas ferramentas para melhor comunicarem com os cidadãos e prestarem as contas e os esclarecimentos a uma sociedade cada vez mais exigente. É o caso do Parlamento Europeu, que marca presença nas redes sociais mais populares (do Twitter ao Instagram, passando pelo Vimeo e Facebook).

Neste sentido, também as próprias redes sociais disponibilizam cada vez mais funcionalidades, nomeadamente com potencial utilidade para instituições como o Parlamento. Enquadram-se nestes casos, por exemplo, a possibilidade de emissão em direto a partir de redes como o Facebook e o YouTube, notificando os utilizadores deste evento.

Todavia, existe ainda um grande potencial tecnológico a explorar no sentido de procurar formas de comunicação inovadoras que contribuam para o envolvimento dos cidadãos com o Parlamento, reforçando a aproximação dos eleitos aos eleitores, e que evoluam em qualidade e em acessibilidade, seja na seleção, na forma ou, ainda, nas plataformas tecnológicas de disponibilização dos conteúdos. São estes os desafios e a missão que o Grupo de Trabalho para o Parlamento Digital terá pela frente, como seja melhorar a qualidade da democracia parlamentar portuguesa através do uso das novas tecnologias na comunicação e na acessibilidade e disponibilização de informação e conteúdos, aproximando assim o Parlamento dos cidadãos.

@Gonçalo Carvalho, Public Affairs Manager

Só mais 5 minutos…

guess what Digital 19 Janeiro, 2017

A produtividade, o sono e as redes sociais estão intimamente ligadas.

Como assim?  É comum na nossa sociedade atribuir como normal navegar nas redes sociais enquanto nos preparamos para adormecer.

E depois? O corpo é que paga e a produtividade é uma das lesadas neste processo.

Arianna Huffington, autora do livro  A Revolução do Sono, explica numa entrevista ao Observador “qual o seu ritual de sono, tece críticas às sociedades que olham para a privação de sono como parte do caminho para alcançar o sucesso profissional e admite que é “particularmente difícil ir contra uma cultura predominante que ainda mantém, num formato coletivo, estes delírios perigosos sobre o sono”.” É claro que cada pessoa tem um ritmo e um limite muito próprio e o desafio passa por o conhecer e contornar para que nada seja influenciado: o sono, a produtividade e a saúde.

Ainda neste tema, não queria deixar de partilhar uma ferramenta recente que transforma o Facebook numa ferramenta de produtividade, segundo o Shifter. No fundo, esta ferramenta esconde o vício de navegar pelo infindável feed de notícias, ao mesmo tempo que relembra o que de importante temos para fazer. Não resolve o problema acima mencionado, mas é uma ajuda. Para mim a fórmula é simples: durma, reduza o tempo que passa nas redes sociais e produza de forma mais concentrada. Só depende de si.

@Marta Barroso Gonçalves, Digital Manager

Instagram para míopes

guess what Digital 1 Setembro, 2016

O público queixa-se e o Instagram resolve. Há muito que a limitação de tamanho de imagem no Instagram era uma dor de cabeça para os frenéticos utilizadores.

O que é que o Instagram fez? Resolveu.

Desta vez, o Instagram optou por criar uma funcionalidade apetecível para os mais curiosos: o Zoom. É agora possível ver as imagens com mais pormenor com um simples gingar de dedos. Para já, só estará disponível para os utilizadores de IOS, mas em poucas semanas chegará para as versões Android.

Estas (e outras) atitudes por parte de uma empresa na área digital revela a preocupação e a gestão eficaz das necessidades dos seus utilizadores. É a prova real de que expressar a opinião através de um canal social é um veículo poderoso que conduz a grandes resultados.

Afinal, quem melhor para provar isto que uma Rede Social?

@Marta Barroso, Digital Manager