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Reforçar defesas ou liderar um ataque?

guess what Digital 16 Junho, 2016

Com a crescente adesão das pessoas às redes sociais, há claramente uma mudança no processo de divulgação de informação e de contacto com os consumidores: torna-se tudo imediato e cria-se uma maior proximidade.

O que pode ser bom, mas por vezes pode correr mal.

Nenhuma marca/produto/personalidade, que tenha presença online, está livre de estar perante um crise de comunicação, a menor contrariedade pode rapidamente ganhar impacto e desta forma pode perder-se o controlo.

Existem alguns passos que podem ajudar a controlar a crise, e é bastante importante não deixar passar nenhum ou simples ignorar e esperar que a crise simplesmente passe ou se resolva por si, pois raramente (ou até mesmo nunca) isso acontece e quando não se tem uma estratégia de gestão de crise a marca/produto/personalidade acabam por ficar com a sua reputação manchada.

Existem vários casos conhecidos, tanto de sucesso na gestão de uma crise – como o caso da TAP, que em 2010 após a erupção de um vulcão na Islândia conseguiu, através de uma estratégia bem delineada, responder, ajudar e apoiar todas as pessoas que usaram o Facebook da TAP para obterem respostas – como também existem casos em que as respostas não tiveram muito sucesso – como o famoso caso da EDP, em que uma cliente publica um comentário sobre as novas barragens, a EDP não estava preparada e respondeu de forma legal, a avisar que a cliente estava a violar o código de conduta da página. Após a segunda resposta da cliente a EDP decide apagar os comentários e banir a cliente da página, isto gerou uma onda de apoio à cliente e uma revolta contra à EDP, solução da EDP? Não permitir comentários dos fãs na página e posteriormente abandonar a plataforma (Facebook) até aos dias de hoje.

Cada marca/produto/personalidade tem que adaptar a comunicação de crise à sua estratégia e tem que estar atenta a este mundo novo que é o online e à rapidez em que tudo se desenrola.

Já começou a preparar uma estratégia de gestão de crise online?

@Mariana Zoio, Digital Trainee

Retro Google

guess what Comunicação, Design, Digital 2 Setembro, 2015

A Google mudou. Segundo o Blog oficial da Google: “Today we’re introducing a new logo and identity family that reflects this reality and shows you when the Google magic is working for you, even on the tiniest screens. As you’ll see, we’ve taken the Google logo and branding, which were originally built for a single desktop browser page, and updated them for a world of seamless computing across an endless number of devices and different kinds of inputs (such as tap, type and talk).”

Será que simplificaram em demasia? Tem um aspeto mais retro e mais simples, mas será que é esta a tendência? Não sabemos.

Só sabemos que não são os únicos, a Samsung, o Facebook também alteraram a sua identidade através de pequenas mudanças muito subtis mas explicadas com minúcia pelas marcas. Não estamos a falar do futuro mas sim do presente e de uma era que é marcada pela simplicidade das coisas.

A Google mudou.

@Marta Barroso, Digital Manager

Net no feminino

guess what Comunicação, Digital 23 Setembro, 2014

Recentemente foi publicado um estudo que afirma que 29% das mulheres portuguesas já opta pelo comércio eletrónico. Este valor percentual aumenta quando restringimos o grupo para mães (cerca de 57%).

Se olharmos para a nossa sociedade atual, até conseguimos perceber o porquê: 38% das portuguesas (e acredito que até sejam mais) manifestam que têm pouco tempo livre, aumentando para 53% no caso das Digital Mums. Compreensível é também o facto de 31% das mulheres utilizarem a net nos seus smartphones, 27% das quais utilizarem-nos para fazerem as suas compras, e que 52% das portuguesas o façam no WC.

Apesar de todos sermos unanimes em concluir que a internet é uma mais-valia e que já faz parte do nosso quotidiano, há coisas que, pessoalmente, não consigo dispensar: ir a uma loja e ver o produto, sentir o produto in loco, para mim, continua a ser essencial. O ritual das compras faz parte da vida, mesmo que cada vez seja mais complicada a gestão do nosso tempo.

Link para notícia do estudo: http://observador.pt/2014/09/15/comprar-online-29-das-portuguesas-responde-sim/

©Andreia SáSenior Communication Consultant

Fonte imagem: Google

Facebook: Save me… to the end of feed*

guess what Digital 24 Julho, 2014

O Facebook lançou o Save, uma funcionalidade para guardar notícias e páginas para ler depois. O entretenimento e os eventos também não foram esquecidos, permitindo guardá-los para mais tarde… consultar.

Base: Techcrunch

Depois de testar (apesar das flutuações que ainda me apresenta) ficam algumas questões:

– Privacidade. Aquele que parece ser o eterno calcanhar de Aquiles de Zuckerberg encontra nova oportunidade para fazer, pelo menos, levantar o sobrolho aos mais céticos.

Apesar das listas serem privadas (embora possam ser partilhadas. É uma rede social, certo?), o potencial para recolher dados dos utilizadores dificilmente passará ao lado (não era esse o objetivo?). São insights úteis para melhorar ads e a rentabilidade da plataforma, mas já lá vamos…

Oh não, outra vez o feed! O Save foi pensado para manter o ritmo de consulta do feed. Uma insistência na “capacidade” de storytelling da cronologia que visa fazer-nos deixar para depois tudo o que consome mais do que uns 3 segundos da nossa atenção.

Indiretamente, é também o assumir da avalanche de informação incomportável para o utilizador médio, com um consumo cada vez mais “on the go”, basta olhar o crescimento do acesso no ambiente móvel. E, quem sabe, uma tentativa de evitar a fuga dos utilizadores para outras plataformas, numa proporção de “tempo de permanência = valor”.

– Uma opção perto de si. Ainda que quase invisível! A sério, alguém acredita mesmo que os utilizadores vão encontrar o Save? Está absolutamente escondido! Exceções a usuários mais “sofisticados” e, claro, se o design/ localização mudarem (na minha versão o ícone ainda flutua entre áreas, pelo que poderá vir a ser mais óbvio).

– Por fim, a cereja no topo do bolo: E as comunidades profissionais?

Não somos os únicos a sonhar com as potencialidades do Save para melhorar o acesso ao real público de uma marca, evitando gerar Spam social, pois não?

Para já, o Facebook não promete dados sobre conteúdos guardados para otimizar ads. Mas também não os nega no futuro.

No imediato, as comunidades ganharão o poder da “segunda oportunidade” para um potencial fã decidir se deve ligar-se ou não a determinada página ou negócio. Not bad!

Com tudo isto, o Save traz boas promessas embora ainda pouco claras quanto ao seu real valor. Um tema a acompanhar e cuja evolução vai, em muito, depender da adesão dos fãs – afinal, é parte do compromisso de ser uma rede social, não?

©Nélia Silva, Senior Communication & Digital Consultant

*Créditos ao Cohen pela inspiração do título!

Afinal este é o melhor ano do Facebook.

guess what Comunicação, Digital 2 Julho, 2014

Cruzei-me muito recentemente com um artigo online do Socialbakers que referia que 2014 é já o melhor ano do Facebook para as marcas. Porquê? A resposta encontra-se nos conteúdos!

Numa altura em que é frequente falar-se dos “danos” provocados pelas mudanças do algoritmo do News Feed do Facebook, esta notícia não podia ser mais pertinente. Após serem estudadas as maiores páginas de Facebook, percebeu-se que são os conteúdos que fazem a diferença. Conteúdos de qualidade geram elevados níveis de intereção e, consequentemente, de envolvimento, logo aparecem no News Feed e têm um melhor alcance orgânico.

Portanto, se o objetivo das marcas é aumentar o alcance orgânico, a aposta deve incidir em conteúdos de qualidade, que, por si mesmos, irão gerar bons resultados.

©Marta Mateus, Communication Trainee

Fonte imagem: Google

 

 

Cidadania 2.0

Guess What Comunicação, Digital 12 Outubro, 2011

cidadania

Realiza-se amanhã, dia 13 de Outubro, no Fórum Picoas, o Cidadania 2.0, um evento que pretende estimular a discussão sobre novas formas de comunicação em Portugal com destaque para a importância do diálogo entre Governo, Administração Pública, ONGs e os cidadãos em geral.

A Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM) irá participar na iniciativa apresentando os resultados da Campanha Digital “A dor mente” um projeto que contou com o apoio comunicacional e digital da Guess What PR e que contribuiu para o crescimento do número de fãs da página do Facebook da SPEM (hoje são cerca de 18 mil).

A inscrição é gratuita e poderá ser efectuado em www.cidadania20.com

A rentrée na Guess What PR

Inovação

Começámos com o anúncio do lançamento do Guia Global do Marketing Farmacêutico. Um projeto da GlobalHealthPR, associação internacional de agências de comunicação e relações públicas onde somos os representantes nacionais, que reúne análises e reflexões sobre a realidade de 16 países ao nível da legislação para a área da Saúde, com especial enfoque no marketing, comunicação e digital engagement. A apresentação decorrerá no próximo mês de janeiro, sendo que, pela primeira vez, incluirá um capítulo sobre a realidade portuguesa.

Hoje, através da “irmã” Identidade Digital (ID para os amigos), consultora de comunicação dedicada à área das redes sociais, marketing digital e relações públicas online, foi lançado um novo serviço de social media management, no qual o cliente paga apenas em função dos resultados obtidos.

Mais novidades chegarão em breve, associando sempre a inovação com a comunicação!