eleições

O borrego e o humorista descalço

guess what Comunicação, Digital 7 Maio, 2015

Hoje realizam-se mais umas eleições ali para os lados do Reino Unido. Num canto do ringue, David Cameron, líder do Partido Conservador e primeiro ministro desde 2010. No outro, Ed Miliband, líder do Partido Trabalhista. Diz, quem entende, que a disputa será renhida. Mas falemos de comunicação. Esta foi uma campanha plena de momentos caricatos. Cada vez mais, num mundo de múltiplas plataformas de comunicação com os eleitores, é necessário ser diferente para aparecer mais. Aparecer em todo o lado. Veja-se o exemplo de Cameron a alimentar um pequeno borrego. Mas, também existiram ações felizes.

O momento que pode ter decidido tudo foi uma certa entrevista que Ed deu a Russel Brand, humorista britânico mais conhecido por se ter casado e separado de Kate Perry. É que o trabalhista saiu bem na fotografia e brilhou ante um homem que conta com 1 milhão de seguidores no Youtube e 10 milhões no twitter. Brand ficou convencido com as qualidades do seu convidado…

@Francisco ReisSenior Communication Consultant

APCE elege órgãos sociais para o triénio de 2013-2016

guess what Comunicação, Relações Públicas 30 Janeiro, 2013

Foi eleita ontem a nova Direção da APCE – Associação Portuguesa de Comunicação de Empresa para um mandato que vigorará até ao final de 2016. É com orgulho que a Guess What integra esta Direção composta por responsáveis de comunicação de grandes empresas como é o caso da Carris, Novabase, Santander Totta, Directimedia, Panrico, Montepio, Solvay, IBM, CTT, EDP, Siemens e Lisbon Project.

A nova equipa será liderada por Eduardo Guedes de Oliveira, Gestor Responsável pela Área de Representação Institucional da Galp Energia que no ato de posse referiu que “o contributo que a APCE tem vindo a dar no sentido da valorização, credibilização e afirmação dos seus associados junto do tecido empresarial determina a enorme motivação da nova equipa de gestão. Por isso, estamos empenhados em potenciar e estimular a comunicação empresarial e, bem assim, responder a uma época de encruzilhada de saberes que se estrutura em torno de novos conhecimentos, novos media e novos comportamentos dos comunicadores”.

Wake me up when September ends…

september

Este Setembro promete ser especialmente desafiante para todos os consultores de comunicação que têm entre mãos projectos de assessoria de imprensa que não se cruzem, de alguma forma, com os temas que vão dominar a agenda: política (campanha e eleições), gripe (sazonal e gripe A) e eventualmente alguns casos de justiça que possam ver algum desenvolvimento neste período.

Como habitualmente, as editorias de política e sociedade irão buscar reforços às restantes equipas e reorganizar o seu espaço para informar o cidadão sobre todo e qualquer desenvolvimento nesta área. Poder-se-ia dizer que não haverá espaço para “más estórias” mas já sabemos que isso é um contra-senso numa fase pré-eleitoral.

Mais facilmente ficarão algumas “boas estórias” pelo caminho simplesmente porque decidiram ser contadas no mês errado…

Comunicação Política

Guess What Comunicação 29 Abril, 2009

Mas alguém ainda acredita que consegue mais ou menos votos por causa de um outdoor no coração de Lisboa? – João Adelino Faria, jornalista e ‘pivot’ da RTP ao Diário Económico

Eu diria mais, todos os outdoors que estão colocados de norte a sul do país são um autêntico desperdício, não tendo qualquer efeito no eleitorado. A política necessita de se modernizar no que concerne às suas formas de promoção e ganhar conteúdo. Será que o outdoor do PS “Nós europeus” ou o do PSD “Política de Verdade” farão com que estes partidos tenham mais votos nas próximas eleições?

 

Não é isto que fará a diferença. Os portugueses estão cansados de falsas promessas e de discursos vazios que pouco ou nada dizem. Os políticos necessitam de estar mais próximos das pessoas e escutá-las, não caindo no erro de falarem apenas para os seus pares.A demagogia já não vence eleições. Os portugueses estão fartos dos consecutivos anúncios de ideias, projectos, propostas, medidas e afins que não se concretizam. As pessoas sentem-se enganadas e não se revêem neste tipo de política. A verdade pode ser difícil de admitir, mas é o caminho mais acertado e o único que deve ser considerado.