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No final o tamanho não importa

Guess What Digital 7 Janeiro, 2019

Pois é, no final o tamanho não importa, quer se trabalhe em Marketing, Vendas ou noutra área qualquer, o tamanho não define o resultado. Mais impressionante ainda, talvez seja pensar que o tamanho não define/resume a performance, principalmente no mundo digital.

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Política de comunicação de Bolsonaro

Ideologias à parte, figuras como Jair Bolsonaro ou Donald Trump, são muito interessantes do ponto de vista da forma como comunicam. Ambos sabem quem é o seu público e é para ele que falam, de uma forma que pode parecer inocente mas que é estudada e pensada. Ambos ignoram ou chegam a hostilizar a comunicação tradicional e focam-se nos novos meios ao seu dispor, mais diretos e sem contraditório. E como se prova pelos resultados obtidos nas eleições, ambos são comunicadores brilhantes ou pelo menos, estão muito bem rodeados, mesmo que seja tentador fazer deles, meras caricaturas.

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Youtube killed the TV ad?

guess what Comunicação, Digital 22 Março, 2017

“Video killed the radio star” cantavam os “The Buggles” no início da década de 80. Youtube killed the TV ad? (O Youtube matou o anúncio de TV?) perguntamos nós em 2017.

Para a Adidas, conhecida marca de equipamento desportivo, sim. Os tradicionais anúncios de imprensa e TV morreram e o investimento da companhia será feito nas novas plataformas digitais e redes sociais, avança o Business Insider neste artigo.

A justificação é dada à CNBC pelo CEO da Adidas Kasper Rorsted: a companhia quer aumentar a receita das vendas online de mil milhões de euros em 2016 para quatro mil milhões de euros até 2020 e quer usar os canais digitais para lá chegar.

Rorsted defende que o consumidor jovem, o seu público-alvo, interage com a marca sobretudo através do smartphone pelo que a aposta para os próximos anos vai ser na interação digital.

Esta não é uma aposta só da Adidas, é uma tendência global, em particular das marcas dirigidas a um público mais jovem e urbano. As marcas de venda online que vivem quase exclusivamente de uma página no Facebook multiplicam-se. Os meios de comunicação tradicionais tentam cada vez mais ser multiplataforma e já perceberam que só a caça ao click e ao “like” os pode tornar rentáveis.

Mas no caso dos meios de comunicação social, há o reverso da medalha. Esta caça ao like e ao click estão, em alguns casos, a afastar abordagens mais sérias e isentas e fazer com que se aposte mais nos títulos escandalosos ou pior, que “obrigam” o leitor a abrir a notícia para conseguir perceber do que se trata.

A conhecida blogger “A Pipoca Mais Doce” falou sobre este “flagelo” neste post porque este é um assunto que deve realmente preocupar todos aqueles que trabalham na área da comunicação. E deve levar-nos a refletir para encontrar um equilíbrio entre aquilo que é informação rentável e aquilo que é a informação que realmente interessa ao público.

@Susana VianaHealthcare Division Manager

Protocolo Digital

guess what Digital 23 Novembro, 2016

A maioria das pessoas não foi imune ao boom da era digital e nos dias que correm poucas são as que não têm conta numa das várias redes sociais mais conhecidas, o mesmo aconteceu ao nível da presidência dos Estados Unidos da América, onde surgiu a oportunidade de inovar e comunicar com os cidadãos americanos

O Presidente Obama foi o primeiro presidente dos EUA a ter uma presença ativa em diversas redes sociais, como o Facebook e o Twitter, foi o primeiro presidente a fazer um direto através do Facebook, a responder a questões de cidadãos no Youtube e o primeiro a utilizar um filtro do Snapchat.

Agora com as eleições e com Trump como presidente chegou a altura de entregar a pasta, assim como as redes sociais, algo que nunca tinha sido feito até aos dias de hoje e que foi um desafio para o Departamento de Comunicação Digital do Presidente dos EUA.

Será então interessante criar protocolos para as presenças online de figuras políticas, como presidente, primeiro-ministro ou alguém da família real?

@Mariana Zoio, Digital Trainee

Internet Football Stadium 2016

guess what Comunicação, Digital 30 Junho, 2016

Como quase todos terão reparado, joga-se, neste momento o Campeonato da Europa de Futebol. No momento em que escrevo, o jogo com a Polónia ainda está distante e os portugueses acreditam plenamente na passagem às meias-finais da prova. Este Euro 2016 joga-se em campo, como todos mas, mais do que nunca joga-se também na internet. E não falo (só) nos sites informativos. Só no Facebook, a página oficial do Euro tem quase 12 milhões de fãs. Vejamos outros exemplos:

Blogosfera – Segundo um estudo recente do diretório Blogs Portugal, desde o inicio da competição, o Euro 2016 já foi referido 466 vezes na blogosfera portuguesa, sendo que desde o início do ano já se fizeram 1.086 posts sobre o Campeonato da Europa. Cristiano Ronaldo, principal figura da selecção portuguesa, foi referido em 324 posts desde o início da competição e em 2.192 desde o início de 2016.

Twitter – No dia de estreia do campeonato, Payet, herói francês do primeiro jogo, foi mencionado 50 mil vezes em tweets de fãs de todo o mundo. Só entre as 22h00 e as 22h05, o médio francês foi mencionado 6.500 vezes. Desde o primeiro dia, não param de sair notícias de como o Twitter reage a cada jogo. Exemplos aqui, aqui e aqui.

As brincadeiras – Uma das grandes tendências deste Euro, e da internet neste momento, são os memes. Imagens humorísticas como estas ou estas. O “caso do microfone” até deu direito a um jogo.

@Francisco Chaveiro Reis, Corporate Division Manager

Facebook, crónica de uma rede social. Quer dizer, ligeiramente social. Ou então…

guess what Digital, Relações Públicas 9 Junho, 2016

“…Não sabemos”. Pelo menos é esta a sensação que, por vezes, tenho quando olho para este caso de estudo da comunicação de massas online que é o Facebook. Nascido no território da complexa sociabilização universitária, não estou certa que na epifania da sua criação, alguém tivesse noção da forma como viria a influenciar a forma como comunicamos, partilhamos informação e vivemos emoções.

Divagações sociológicas à parte, o Facebook tem-se reinventado e introduzido funcionalidades num esforço palpável para ser uma ferramenta de acesso democratizado a profissionais e amadores.

No entanto, o que este título hesitante pretende traduzir é a sensação que tenho em certos momentos de que o Facebook “perdeu um pouco o pé” e esqueceu o que o trouxe ao palco: a atração pela partilha humanizada, o espaço dos utilizadores, o convívio online. Uma das recentes alterações levou-me a pensá-lo novamente: o feed está de tal modo orientado para mostrar conteúdo patrocinado que perdemos demasiada atividade de amigos. A solução? Notificá-los quando publicamos, convidando-os a reagir. É um estímulo direto e calculado (a notificação é limitada a 10 pessoas) à interação entre os utilizadores, num esforço de privilegiar as relações entre estes, evitando o anunciado desinteresse social na plataforma.

Desenganem-se os que esperam agora um arauto da desgraça sobre o Facebook estar condenado a desaparecer.

Sim, acabará por perder o protagonismo e, com ele, a sua capacidade de atrair marcas. O tempo e os números o provarão e o exemplo de outras mortes inesperadas indicia que assim será: quem diria há algumas décadas que a Nokia estaria quase encostada à box pelos atuais líderes de mercado? Quem trabalhou com fax, lembra-se da reação ao email?

Não que a nossa relação com o Facebook não esteja a resultar. Na verdade, continua a gerar ótimos frutos (negócios que crescem ali, grupos de interesses que se aproximam…) Ao bom jeito das relações pós-modernas, o problema não é o Facebook. Somos nós.

Enquanto humanos, vamos continuar a descobrir novos prazeres e necessidades. Alguns procurarão disrupções, outros seguirão tendências mas, de um modo ou outro, haverá sempre uma nova rede social – ou o total abandono destas, como as vemos agora – em prol de um novo paradigma.

A necessidade de se manter ágil é uma necessidade no online. Isto não significa alterar a estratégia de canais todos os meses! Mas pode chegar o momento em que o público-alvo tenha migrado para outro espaço e a marca deva acompanhá-lo ou, por outro lado, as prioridades mudaram e é necessário procurar novos públicos. Aqui, a questão essencial é compreender quem está em que plataforma e de que modo a nossa marca encontra o seu público ali.

No entanto, a verdadeira discussão vai muito além do “onde” estar presente.

Em que pilares vamos alicerçar a relação? Criada a expetativa e tendo “ganho” aquele fã, o que temos para lhe dar? Quando e como vamos satisfazer a necessidade que espera ver suprida? A que custo e em que momento planeamos convertê-lo num ativo – seja ele cliente, embaixador ou angariador de potenciais clientes? E se o Facebook o matar “digitalmente”, com o seu algoritmo-antibiótico, que tem tanto de terapêutico, para priorizar o que vemos, como de tóxico, dada a perspetiva comercial do seu critério? O Facebook aqui é um mero exemplo: o exercício deve ser feito em qualquer estratégia e para qualquer canal.

Abro a “caixa de pandora”: é difícil ter respostas 100% absolutas para todas estas questões. Não existem na comunicação respostas fechadas, muito menos na comunicação e nas relações online. Existem, sim, dúvidas, que inspiram estudo, trabalho, desconstrução e análise de resultados. E o retomar de novas medidas, novas ideias, novos passos, num ciclo “para a vida”.

Se partilha destas dúvidas existenciais da comunicação digital ou se não sabe se tem motivo para se preocupar, deixamos algumas questões que habitualmente fazemos:

  • A sua marca está presente em alguma rede social? Consegue indicar claramente o objetivo?
  • O que faz diariamente para materializar esse objetivo?
  • Com que regularidade reavalia os objetivos e como procede a essa avaliação?
  • Se está a vender online, sabe qual é o maior entrave à compra no seu site? Como o está a resolver?
  • Hoje ganhou um fã. Porque é que acha que, no próximo mês, este vai querer continuar atento à sua comunidade?

Ajudou? Se levantou ainda mais questões, está no bom caminho! E, como gostamos de assumir as nossas responsabilidades, partilhe as dúvidas connosco: temos todo o gosto em ajudá-lo a encontrar boas respostas.

@Nélia Silva, Senior Communication & Digital Consultant

Facebook cada vez mais comercial

guess what Comunicação, Digital 30 Abril, 2015

É notório que o Facebook se mantém como uma plataforma social mas cada vez mais comercial. É certo que quanto mais se investe, maior é o impacto da nossa página. Assim sendo a aposta desta plataforma foca-se na publicidade online e por isso mesmo, lançaram uma nova ferramenta para anunciantes.

O Facebook já permite assim a introdução de vídeo nas aplicações de publicidade desenvolvidas para desktop. O objetivo da nova ferramenta é aumentar o número de utilizadores que instalam e jogam os jogos da rede social.

Ler mais aqui.

@Marta Barroso, Digital Manager

A história atrás do Nome

guess what Publicidade 23 Março, 2015

Alguma vez já parou para pensar porque motivo uma sereia é o símbolo de uma loja de cafés? ou porque maçã é o nome de uma empresa de tecnologias?

O nome de uma empresa é a sua identidade, é o que a define, e por detrás há uma história, uma inspiração, há um trabalho cuidado e nada é ao acaso, por mais estranho que o nome nos possa parecer.

Por exemplo:

Starbucks: Starbuck é uma personagem do romance Moby-Dick, e o nome evoca o romance de alto mar e a tradição marítima dos comerciantes de café.

Lego: Ao contrário do que se pensa, não significa “pequenas peças de tortura para pisar”, mas a combinação das palavras dinamarquesa “leg godt “, que significa ” brincar bem”. Lego também significa “Eu coloquei” em latim, mas a empresa afirma que é apenas uma coincidência.

Google: O nome era originalmente um erro ortográfico involuntário do número googol e porque google.com não estava registado. Googol é pronunciado da mesma forma e é o número 1 seguido de 100 zeros. Reflecte a missão da empresa de organizar a imensa quantidade de informação disponível online.

Facebook: O nome deriva do nome do livro que recém alunos recebiam no inicio no ano lectivo, nas universidades americanas, com o intuito de ajudar os estudantes a conhecerem-se melhor uns aos outros.

Apple: Existem várias teorias desde a referencia bíblica (adão e eva) a Issac Newton, mas a explicação é bem mais simples, maçã era a fruta favorita de Steve Jobs.

Conheça aqui mais histórias de outras marcas tão conhecidas.

@Tânia EspinheiraCreative & Designer Consultant

Facebook: Save me… to the end of feed*

guess what Digital 24 Julho, 2014

O Facebook lançou o Save, uma funcionalidade para guardar notícias e páginas para ler depois. O entretenimento e os eventos também não foram esquecidos, permitindo guardá-los para mais tarde… consultar.

Base: Techcrunch

Depois de testar (apesar das flutuações que ainda me apresenta) ficam algumas questões:

– Privacidade. Aquele que parece ser o eterno calcanhar de Aquiles de Zuckerberg encontra nova oportunidade para fazer, pelo menos, levantar o sobrolho aos mais céticos.

Apesar das listas serem privadas (embora possam ser partilhadas. É uma rede social, certo?), o potencial para recolher dados dos utilizadores dificilmente passará ao lado (não era esse o objetivo?). São insights úteis para melhorar ads e a rentabilidade da plataforma, mas já lá vamos…

Oh não, outra vez o feed! O Save foi pensado para manter o ritmo de consulta do feed. Uma insistência na “capacidade” de storytelling da cronologia que visa fazer-nos deixar para depois tudo o que consome mais do que uns 3 segundos da nossa atenção.

Indiretamente, é também o assumir da avalanche de informação incomportável para o utilizador médio, com um consumo cada vez mais “on the go”, basta olhar o crescimento do acesso no ambiente móvel. E, quem sabe, uma tentativa de evitar a fuga dos utilizadores para outras plataformas, numa proporção de “tempo de permanência = valor”.

– Uma opção perto de si. Ainda que quase invisível! A sério, alguém acredita mesmo que os utilizadores vão encontrar o Save? Está absolutamente escondido! Exceções a usuários mais “sofisticados” e, claro, se o design/ localização mudarem (na minha versão o ícone ainda flutua entre áreas, pelo que poderá vir a ser mais óbvio).

– Por fim, a cereja no topo do bolo: E as comunidades profissionais?

Não somos os únicos a sonhar com as potencialidades do Save para melhorar o acesso ao real público de uma marca, evitando gerar Spam social, pois não?

Para já, o Facebook não promete dados sobre conteúdos guardados para otimizar ads. Mas também não os nega no futuro.

No imediato, as comunidades ganharão o poder da “segunda oportunidade” para um potencial fã decidir se deve ligar-se ou não a determinada página ou negócio. Not bad!

Com tudo isto, o Save traz boas promessas embora ainda pouco claras quanto ao seu real valor. Um tema a acompanhar e cuja evolução vai, em muito, depender da adesão dos fãs – afinal, é parte do compromisso de ser uma rede social, não?

©Nélia Silva, Senior Communication & Digital Consultant

*Créditos ao Cohen pela inspiração do título!

Afinal este é o melhor ano do Facebook.

guess what Comunicação, Digital 2 Julho, 2014

Cruzei-me muito recentemente com um artigo online do Socialbakers que referia que 2014 é já o melhor ano do Facebook para as marcas. Porquê? A resposta encontra-se nos conteúdos!

Numa altura em que é frequente falar-se dos “danos” provocados pelas mudanças do algoritmo do News Feed do Facebook, esta notícia não podia ser mais pertinente. Após serem estudadas as maiores páginas de Facebook, percebeu-se que são os conteúdos que fazem a diferença. Conteúdos de qualidade geram elevados níveis de intereção e, consequentemente, de envolvimento, logo aparecem no News Feed e têm um melhor alcance orgânico.

Portanto, se o objetivo das marcas é aumentar o alcance orgânico, a aposta deve incidir em conteúdos de qualidade, que, por si mesmos, irão gerar bons resultados.

©Marta Mateus, Communication Trainee

Fonte imagem: Google