facebook

Facebook em stand by.

guess what Digital 24 Junho, 2014

Será que o Facebook tem os dias contados? Será que os adolescentes vão migrar todos para outra Rede Social, como o Instagram?

Possivelmente… mas para já, respirem fundo porque o Facebook está bem e recomenda-se.
Veja-se o exemplo da Copa do Mundo que já ultrapassou os 459 milhões de posts, comentários e “gostos”, and counting.

As interações já ultrapassam o valor alcançado pelo SuperBowlOscars e Olimpíadas de Sochi juntos. Impressionante, não?

Nem por isso, um acontecimento como a Copa que move o Mundo é e deve ser falado. Deve ser vivido por todos em qualquer lugar do mundo. E nisso, o Facebook bate qualquer outra Rede Social pelo seu nível de possibilidades de interações que fornece aos seus utilizadores. É acessível, fácil de utilizar e no final do dia, está lá toda a gente. Desde jogadores das seleções que partilham momentos mais impressionantes antes de um jogo até à chanceler Alemã que desvendou o seu lado mais descontraído, até então desconhecido…

No fundo, o Facebook mantém-se como a Rede Social mais expressiva e de fácil utilização. Preferida por muitos e odiada por outros tantos mas, não deixa de atingir número impressionantes.

©Marta Barroso, Digital Manager

Fonte imagem: Google
 
 

Espelho meu, espelho meu, que tipo de utilizador do Facebook sou eu?

guess what Comunicação, Digital 6 Agosto, 2013

Quer se goste ou se abomine, a verdade é que o Facebook está omnipresente na vida de todos, mesmo até daqueles que não têm um perfil e que, atualmente, vivem numa espécie de universo paralelo. Já os 1,1 mil milhões de utilizadores ativos por mês que povoam a popular rede social, dividem-se em diferentes castas, conforme o comportamento que assumem.

O site Optify.net criou uma infografia, que pode ser vista aqui que descreve as 9 categorias de utilizadores do Facebook, que passamos a descrever:

1) O “perseguidor”: utiliza o Facebook para perseguir ex-namorados e utiliza os perfis de outras pessoas para perseguir os amigos dos “ex”.

2) O “baby boomer: tem mais de 55 anos e adora comentar os posts dos filhos.

3) O “novato”: a sua atividade favorita é comentar e “gostar” de tudo e mais alguma coisa.

4) O “partilha demais”: nesta categoria encaixam-se aqueles que partilham todo o seu dia-a-dia. Posts como “está na hora de ir dormir”, sobre dores nos dedos do pé ou fotos da última refeição ingerida são bons exemplos das temáticas preferidas dos “partilhadores implacáveis”.

5) O “promotor da marca”: para estas pessoas o Facebook serve para trabalhar e promover a sua marca. Partilham apenas novidades relativas à empresa onde trabalham.

6) O “utilizador medroso”: 13 milhões de utilizadores do Facebook não usam as ferramentas de privacidade ou nunca ouviram falar delas. O “utilizador medroso” nunca aceitaria um pedido de amizade destas pessoas. Tem tanto medo de invasões de privacidade que até usa um apelido falso.

7) O “tutor”: “viral” é o nome do meio destes utilizadores do Facebook. O seu sonho é ultrapassar o record de “gostos” – 2. 047. 058 – que atualmente pertence à “Farmers Insurance” (EUA). Partilhar imagens fofinhas de gatos é uma das suas atividades prediletas.

8) O “jogador”: só interage com os outros utilizadores do Facebook através dos jogos. Atualmente um em cada quatro utilizadores desta rede social paga para jogar. O Farmville e o Candy Crush são os seus passatempos de eleição.

9) O “não-utilizador”: 10 por cento dos utilizadores que se registam por mês no Facebook são animais de estimação, marcas ou objetos, mas só 18 por cento dos perfis que existem atualmente pertencem a “não-utilizadores”.

Nós por cá podemos acrescentar uma 10ª categoria, muito em voga ultimamente: “o caçador de prémios”, que são as pessoas que criam perfis falsos para terem um grande número de “gostos” em passatempos e ganhar prémios. Uma estratégia que as marcas começam a descortinar e que pode ser contraproducente. Tanto no Facebook, como na vida, “o crime não compensa”.

Uma nova casa para o Facebook

guess what Comunicação, Digital 10 Abril, 2013

Com 64% dos utilizadores de Facebook a aceder à plataforma através de aparelhos móveis, o gigante das redes sociais anunciou recentemente a criação do Facebook Home (a App que transformará os mais avançados equipamentos Android em smartphones Facebook), reforçando assim a sua aposta no setor mobile. Após o anúncio, vários sites começaram a testar versões inacabadas da App, apenas para se deparar com uma série de bugs.

O lançamento oficial está previsto para esta sexta feira (12  de Abril) data em que será também lançado o novo HTC First, associado a este lançamento através de uma parceria com a AT&T. Para os utilizadores que ficaram preocupados com a sua privacidade, o Facebook partilhou no seu blog oficial algumas respostas tranquilizadoras. Até conseguirem transformar o seu smartphone, os utilizadores poderão espreitar as principais features da experiência no site e ler algumas reviews, nomeadamente a da Time e a da Wired.

Diagnóstico? Marketing “Digitalite” Aguda

guess what Comunicação, Digital 20 Março, 2013

O marketing digital é umas das mais recentes causas de insónia dos marketeers da indústria farmacêutica. O hype é grande e, para as estruturas internacionais, o apetite voraz que estas plataformas estimulam tem feito subir a tensão de equipas que se movem num ambiente de marketing habitualmente mais tradicional.

Mas hoje os circuitos de contágio comunicacional são tudo menos tradicionais. O vírus da web 2.0 contaminou milhões nas redes sociais em Portugal. O acesso está em todo o lado: em 2014 teremos mais utilizadores web em smartphone e tablets do que em PC (dados Morgan Stanley).

Ainda mais importante, a Comissão Europeia (Digital Agenda Scoreboard) diz-nos que a saúde é a segunda área mais pesquisada online, logo a seguir à informação sobre produtos e serviços. Oportunidade?

Para grandes males, grandes remédios… E vamos assistindo a campanhas de marketing que vencem a timidez do ambiente regulamentar (sem provocar falta de ar aos responsáveis de Regulatory Affairs) e mostram como é possível dar um boost de energia à comunicação online de saúde.

Como exemplo, aqui ficam alguns psico-estimulantes, a consumir regularmente para reforçar a dose diária de inspiração e criatividade:

Facebook: Monstro das Ressacas (Jaba)

Facebook: Passa a Palavra (Sanofi Pasteur)

Facebook: Super Pais contra o Chichi na Cama (Ferring)

Web: Passa a Palavra (Sanofi Pasteur)

Web: Enurese Noturna (Ferring)

Pinterest: Novo Nordisk

Pinterest: Boehringer Ingelheim

Pinterest: Menarini Espanha

 

O crime viral

guess what Comunicação, Digital, Relações Públicas 26 Fevereiro, 2013

Depois de marchas pelas ruas que se organizam no Facebook, de cartazes que circulam nos blogues e que inundam as redes sociais, e de textos de revolta que não têm voz num mundo físico, a última forma de protesto a ganhar protagonismo na Internet é a divulgação do número de contribuinte de alguns dos nossos ministros. O Primeiro, em primeiro lugar; embora logo lhe tenham seguido os NIF’s de Miguel Relvas, Vítor Gaspar e Paula Teixeira da Cruz. O povo parece estar a gostar, talvez alheio à ilegalidade do ato – por falta de conveniência do conhecimento, obviamente; aliada a uma facilidade de partilha que parece tornar tudo demasiado simples para ser perigoso. É essa a ilusão do virtual. De quem escolhe informar por aí, incentivando ao mesmo ato, propagando dados confidenciais, porque estão à distância de um clique. E é tudo muito divertido, criativo até. Foi notícia para roubar valentes gargalhadas a quem ainda estava de fora (e aos de fora). Em alguns estabelecimentos, somos mesmo capazes de encontrar quem, atrás do balcão, nos forneça os números que não temos. Mas a pegada de volta à origem está muito mais marcada do que aquela que nasce na rua. No virtual tudo permanece escrito. E há tempo para o detetar, é um tempo chamado “para sempre”.

Diz a comunicação social que as faturas já vão nos milhares, e que o Primeiro tem aparentemente gasto mais do que aquilo que declara. Resta-nos esperar que a lei seja válida para todos, e que, por vir nos jornais parte da explicação, não deixe de ser necessária a fiscalização do que se passa. Pedro Passos Coelho veio dizer não estar preocupado. É a estratégia da desvalorização que normalmente só tende a aumentar vontades. Enquanto isso, o grupo de Facebook “Eu já pedi fatura em nome de Ministros” mantém, na imagem de capa, os dados a que todos querem ter acesso, e vai somando gostos diários. Até agora, 2.529.

 

Gerir Pages para Facebook Mobile

guess what Comunicação, Digital, Relações Públicas 12 Fevereiro, 2013

Pela primeira vez, o número de utilizadores de Facebook em smartphones ultrapassou os utilizadores “fixos” no último trimestre de 2012. Uma tendência que vai também chegando ao nosso país (crescimento de 18% no último ano) à medida que a oferta de smartphones se torna mais alargada e acessível a várias bolsas.

Do ponto de vista da comunicação online das marcas, esta migração de devices exige também uma adaptação da forma como os conteúdos são veiculados. Será que o utilizador vai ler o post inteiro se ele for muito longo ou vai simplesmente continuar o scroll down no seu news feed? Será que os constrangimentos de rede ou os plafonds de tráfego 3G vão inibi-lo de aceder a links com vídeos, por exemplo? Será que os horários e ritmos diários de utilização mudam, sendo mais fragmentados?

É possível que todos estes factores venham a afectar o consumo de informação num ambiente mobile, sobretudo quando falamos em Facebook e, portanto, num mindset de lazer e partilha social. Dos gestores de redes sociais, exige-se que adaptem a estratégia de conteúdos ao comportamento do target para tirar o maior proveito da interacção com um pequeno ecrã do qual já ninguém abdica no seu dia-a-dia!

Olhó gelado!

guess what Comunicação, Relações Públicas 11 Maio, 2010

ola

A equipa de marketing e comunicação da Olá tem mostrado um dinamismo e criatividade admirável. Ao longo dos últimos tempos, várias têm sido as iniciativas dignas de nota como o lançamento de edições limitadas de produto, a recuperação de um “clássico”  da marca para celebrar o seu 50º aniversário e a aposta em canais alternativos de comunicação marcados pelo tom humorístico e pelo ADN viral.

A Marketeer dava ontem conta que agora a marca “ressuscitou” (nada como enquadrar a terminologia deste post na actualidade da semana) o Fizz Limão depois de Nuno Markl ter assumido no seu programa de rádio ser um dos maiores fãs deste gelado. Entretanto, o Facebook fez o resto com um grupo que ultrapassou rapidamente os 2500 fãs.

A marca está atenta ao consumidor, conversa com ele e, acima de tudo, tem noção do timing do negócio. E por isso é mais falada e poderá até, pelo caminho, ganhar uma ou outra distinção na área. Mais importante do que isso, está a potenciar o brand value e a aumentar o volume de vendas. Parece-me bem.