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Adeus Televisão, olá YouTube?

guess what Comunicação, Digital 27 Abril, 2016

A publicidade no YouTube gera um retorno superior ao alcançado com os anúncios em televisão – esta é a mais recente conclusão apresentada pela Google.

A dona do YouTube apresentou na semana passada os resultados de um estudo que realizou 2013 e 2016 em oito países europeus. Foram analisados 56 case studies de marcas presentes em seis setores de atividade distintos.

De acordo com a Google, o YouTube gerou um ROI [return on investment] superior ao da televisão em 77% dos casos. A publicidade é, para as marcas, um bem de primeira necessidade e é natural que o retorno seja um ponto importante na tomada de decisão sobre o orçamento a alocar a cada meio onde se vai anunciar.

Mais do que nunca o YouTube conquista o seu espaço e a publicidade é algo a que os seus utilizadores não podem fugir. E se antes o “Skip Ad” permitia ver apenas os segundos iniciais de um anúncio e “saltar” para o conteúdo escolhido, o futuro já não é bem assim. O botão mágico vai desaparecer, mas o anúncio, esse, mantém-se. Com a duração de seis segundos, todos os anúncios tocarão até ao fim – uma grande notícia para as marcas que não veneravam o ”Skip Ad”.

@Ana Magalhães NevesJunior Communication Consultant

 

Retro Google

guess what Comunicação, Design, Digital 2 Setembro, 2015

A Google mudou. Segundo o Blog oficial da Google: “Today we’re introducing a new logo and identity family that reflects this reality and shows you when the Google magic is working for you, even on the tiniest screens. As you’ll see, we’ve taken the Google logo and branding, which were originally built for a single desktop browser page, and updated them for a world of seamless computing across an endless number of devices and different kinds of inputs (such as tap, type and talk).”

Será que simplificaram em demasia? Tem um aspeto mais retro e mais simples, mas será que é esta a tendência? Não sabemos.

Só sabemos que não são os únicos, a Samsung, o Facebook também alteraram a sua identidade através de pequenas mudanças muito subtis mas explicadas com minúcia pelas marcas. Não estamos a falar do futuro mas sim do presente e de uma era que é marcada pela simplicidade das coisas.

A Google mudou.

@Marta Barroso, Digital Manager

A história atrás do Nome

guess what Publicidade 23 Março, 2015

Alguma vez já parou para pensar porque motivo uma sereia é o símbolo de uma loja de cafés? ou porque maçã é o nome de uma empresa de tecnologias?

O nome de uma empresa é a sua identidade, é o que a define, e por detrás há uma história, uma inspiração, há um trabalho cuidado e nada é ao acaso, por mais estranho que o nome nos possa parecer.

Por exemplo:

Starbucks: Starbuck é uma personagem do romance Moby-Dick, e o nome evoca o romance de alto mar e a tradição marítima dos comerciantes de café.

Lego: Ao contrário do que se pensa, não significa “pequenas peças de tortura para pisar”, mas a combinação das palavras dinamarquesa “leg godt “, que significa ” brincar bem”. Lego também significa “Eu coloquei” em latim, mas a empresa afirma que é apenas uma coincidência.

Google: O nome era originalmente um erro ortográfico involuntário do número googol e porque google.com não estava registado. Googol é pronunciado da mesma forma e é o número 1 seguido de 100 zeros. Reflecte a missão da empresa de organizar a imensa quantidade de informação disponível online.

Facebook: O nome deriva do nome do livro que recém alunos recebiam no inicio no ano lectivo, nas universidades americanas, com o intuito de ajudar os estudantes a conhecerem-se melhor uns aos outros.

Apple: Existem várias teorias desde a referencia bíblica (adão e eva) a Issac Newton, mas a explicação é bem mais simples, maçã era a fruta favorita de Steve Jobs.

Conheça aqui mais histórias de outras marcas tão conhecidas.

@Tânia EspinheiraCreative & Designer Consultant

Menos nem sempre é mais

guess what Digital 17 Fevereiro, 2015

À mínima suspeita de uma doença, ou só para saber mais sobre um determinado tema, a primeira reação é: pesquisar no Google.

Poucas serão as pessoas que nunca escreveram o nome de uma doença ou uma pergunta específica, como “varicela dói?”, no motor de busca.

Para responder à procura de informação sobre saúde, a Google anunciou que os resultados de pesquisas relacionadas com saúde vão ser mais completos, passando a incluir o gráfico do conhecimento.

Uma em cada 20 pesquisas no Google são relacionadas com saúde, explicou a empresa, reforçando que esta ideia nasceu para que as pessoas “possam encontrar mais rápida e facilmente a informação de saúde de que precisam”.

O gráfico do conhecimento, que já está disponível para pesquisas sobre figuras marcantes da história, por exemplo, vai passar a devolver informações médicas importantes.

“Sintomas e tratamentos comuns, detalhes sobre quão comum é determinada doença – se é crítica, contagiosa, que idades afeta”, são informações que a Google vai disponibilizar no gráfico do conhecimento em resultados para pesquisas de saúde.

Haverá ainda, para certas doenças, ilustrações de alta qualidade feitas por médicos licenciados. A intenção da Google, não é  substituir consultas médicas, mas sim alargar a base de recolha de informação para os utilizadores.

Por aqui, vamos continuar a “cuidar da saúde” dos nossos clientes com a mesma atenção, mas achamos a iniciativa animadora. Mais informação poderá traduzir-se em mais conhecimento e isso será sempre uma mais-valia para todos.

©Ana Magalhães NevesCommunication Trainee

CECI N’EST PAS UN TWEET

guess what Digital 6 Fevereiro, 2015

Dentro de poucos meses, nos resultados de pesquisas efetuadas através do Google vão passar a ser apresentados Tweets.

O acordo entre o motor de busca e o Twitter prevê que nas pesquisas passe a ser visível o conteúdo dos famosos posts de 140 caracteres. Atualmente, as pesquisas devolvem apenas informação sobre o perfil, o que faz com que a decisão configure uma extensão relevante no acesso à informação.

Além das habituais questões relacionadas com privacidade sobre acesso a informação disponibilizada online, é uma novidade que vai dar que pensar: por um lado, é uma evolução da globalização da informação, que virá facilitar a identificação de trend topics e o acesso às “digital talks” do momento. Ou seja, facilidade no acesso em tempo real e maior integração entre plataformas – sounds good, right? De certo modo, vem em linha de continuidade com o uso de hashtags enquanto ferramenta agregadora de temas (em linha, mas convenhamos que, comparativamente, é um passo de gigante).

Por outro lado… pode ser uma tremenda confusão. Além das opções de conteúdo patrocinado que irão certamente continuar a florescer e a adaptar-se a esta nova realidade, há a probabilidade de sermos inundados com informação.

Para já, resta-nos confiar no conhecimento do gigante no que toca a eficiência de pesquisas e correta segmentação da informação apresentada. Se não fizer essa gestão, os empreendedores tecnológicos poderão começar a sonhar em criar o motor de busca que vai destronar o Google (ainda que me pareça que não vai ser agora e muito menos por este motivo).

©Nélia SilvaSenior Communication & Digital Consultant