media

Comunicação 360º: realidade ou mito?

guess what Comunicação 14 Setembro, 2017

No seguimento do post anterior, que faz uma análise sobre o panorama (difícil) dos media nacionais, julgo que é importante refletirmos igualmente sobre a nossa atividade enquanto Consultores de Comunicação. Isto porque, se por um lado cada vez nos deparamos com maiores dificuldades no desenvolvimento de ações que têm como base a assessoria de imprensa, por outro sentimos que de dia para dia este trabalho não reflete, de todo, o esforço e o empenho que colocamos nele.

O que podemos fazer como consultores de comunicação?

Na minha perspetiva um consultor de comunicação tem, cada vez mais, de alinhar estratégias de uma forma global – daí o conceito de Comunicação 360º. Precisamos de nos renovar, reinventar e sermos mais ousados. Vejo este conceito como a forma de gerir uma mensagem de uma forma integrada nos diferentes meios (tradicionais ou online) e deixar de concentrar a mensagem em determinados períodos. Este é o verdadeiro desafio que se impõe!

Julgo que o caminho será pensarmos em estratégias onde todos os pontos estejam interligados e se complementem: assessoria de imprensa, gestão e campanhas de redes sociais, publicidade (online e offline), maximizando assim os resultados.

Claramente, o conceito de comunicação 360º é uma realidade para acontecer já.

O futuro não se adivinha fácil mas será, com toda a certeza, desafiante!

@Joana Borges, Senior Communication Consultant

A queda de um mito (na primeira pessoa)

guess what Comunicação, Relações Públicas 18 Janeiro, 2013

John Seng, CEO da rede internacional de agências de comunicação da qual a Guess What faz parte, comenta para vários meios de comunicação norte-americanos como a CTV NEWS, as últimas e controversas declarações de Lance Armstrong. Uma interessante análise comunicacional no blog da Spectrum.

Twitter para tótós

guess what Digital 28 Setembro, 2009

fruta

Novos media implicam novas linguagens comunicacionais. Depois de todas as discussões geradas pelos puristas (e não só) da língua portuguesa face à nova “linguagem abreviada” utilizada pelos teens nas SMS, damos de caras com o twitter e com a necessidade de reduzir as nossas mensagens aos míticos 140 caracteres.

Neste capítulo, qualquer pessoa que tenha nascido depois da adesão de Portugal à CEE parece ter uma aptidão natural para substituir consoantes e suprimir vogais de um qualquer texto twitteriano.

Para os outros, existe o twitterative que, sempre que a síntese não parece suficiente, nos dá uma ajuda extra. Curioso, p enqt p txts em ingls.

Os media e os adolescentes – Estudo Morgan Stanley

Guess What Comunicação 16 Julho, 2009

Consumo de internet

Esta semana foram reveladas as conclusões de um estudo da Morgan Stanley sobre a relação dos media com os adolescentes. Uma curiosidade: o responsável pelo relatório tem apenas 15 anos e é estagiário naquele banco de investimento.

Highlights da investigação:

 

1. Televisão

O futebol e as séries são os programas mais procurados. No entanto, são muito selectivos e apenas seguem na televisão as principais. Mostram-se adeptos da TV sem anúncios.

2. Imprensa

Não têm tempo nem paciência para ler jornais devido à sua dimensão e preço. Preferem optar pelos resumos na internet. Os jornais gratuitos são a única excepção.

3. Rádio

Os jovens afastam-se cada vez mais das rádios devido às playlists escolhidas por outros e bastante repetitivas. Preferem optar pelos sites de internet que permitem a criação de um perfil único para cada utilizador.

4. Jogos

Segundo este estudo, os jogos para PC perdem claramente para as consolas. Dificuldades de instalação e facilidades em piratear são os principais argumentos.

5. Marketing

Pop-ups e banners nos sites e formatos tradicionais como os outdoors são quase sempre ignorados. Apenas o marketing viral é bem acolhido, graças ao humor que normalmente é a base destas campanhas.

6. Música

A maioria dos adolescentes recusam-se a pagar pela música. A esmagadora maioria faz downloads ilegais e considera que o preço praticado por sites como o iTunes (0,99 euros por uma música) é excessivo.

7. Cinema

Têm o hábito de ir ao cinema não pelo filme em si, mas pela experiência de ir com os amigos. Ao contrário da música, o download ilegal de filmes não acolhe muitos adeptos, visto a sua qualidade ser normalmente muito duvidosa.

8. Internet

O autor do estudo considera que o Twitter é apenas uma moda, uma vez que os jovens criam as suas contas mas não as actualizam. Não vêem nenhuma mais-valia na sua utilização. Preferem os telemóveis para escrever mensagens curtas e dá-las a conhecer aos seus amigos. Por outro lado, o Facebook tem uma maior importância, uma vez que quase todos os jovens têm a sua própria página que é visitada cerca de quatro vezes por semana.

i de inteligente

guess what Relações Públicas 1 Abril, 2009

A expectativa é grande e continua a aumentar ao ritmo das informações libertadas a conta-gotas pelos responsáveis no novo jornal diário do Grupo Lena. Martim Avillez Figueiredo e companhia continuam a colocar a fasquia lá no alto. Exemplo disso é a mais recente campanha do jornal i, que pode ser vista em www.inuminstantetudomuda.com.

A Política nos media

Guess What Comunicação 6 Janeiro, 2009

A aposta forte de ontem da SIC em entrevistar o Primeiro-Ministro José Sócrates, não proporcionou certamente em termos de audiência os resultados desejados e esperados. Vejamos, se no domingo o Jornal da Noite da SIC teve um share de 29,4%, já ontem a entrevista ao PM apenas atingiu os 28,9%. Isto apesar de o bloco informativo que antecedeu a entrevista ter tido um share de 31,4%.

No arranque de um ano muito forte em termos políticos, dadas as inúmeras eleições que irão existir, penso que as estações televisivas, e os media em geral, deviam estar atentos a estes números, sabendo interepretá-los e agindo em conformidade. Considero que a Política e os seus intervenientes têm demasiado peso nos meios de comunicação nacionais. Mais do que merecem, dada a sua qualidade, e mais do que o público pretende. Num período em que se fala tanto em audiências, vendas, retorno e sobrevivência dos media, considero que os seus gestores deveriam sair dos gabinetes e descer à rua do povo…