Relações Públicas

O papel desempenhado pelas redes sociais na participação política

guess what Comunicação 1 Fevereiro, 2017

A utilização das redes sociais tem crescido rapidamente enquanto fórum para a participação e ativismo político nas suas diferentes formas. Plataformas como o Twitter, o Facebook e o YouTube, oferecem novas formas de estimular o envolvimento dos cidadãos na vida política, onde as eleições e as campanhas eleitorais têm um papel essencial.

A comunicação pessoal através das redes sociais aproxima os políticos e partidos dos seus potenciais eleitores. Permite que os políticos comuniquem mais rapidamente e alcancem os cidadãos de forma mais eficaz e de uma maneira mais seletiva e vice-versa, sem o papel intermediário dos meios de comunicação social. Reações, feedback, conversas e debates são gerados online, bem como o apoio e a participação em eventos offline. As mensagens enviadas por meio de redes pessoais são, por sua vez, multiplicadas quando partilhadas, o que permite alcançar novos públicos.

A este propósito, foi criado no âmbito da Assembleia da República, o Grupo de Trabalho para o Parlamento Digital com vista a promover uma reflexão com o objetivo de melhorar a qualidade da democracia parlamentar através das novas tecnologias, aproximando o Parlamento dos cidadãos, comunicando mais e melhor, e colaborando com a comunidade para reforçar o escrutínio informado sobre a Assembleia da República.

Assim, a iniciativa de criar o Grupo de Trabalho para o Parlamento Digital nasceu exatamente da convicção de que uma das formas de fortalecer a relação entre o Parlamento e os cidadãos passa, incontornavelmente, por potenciar a utilização das novas tecnologias, nomeadamente pela Internet. Neste campo, as redes sociais, afirmaram-se nos últimos anos como um dos principais palcos de debate público em qualquer democracia. Basta ver a estratégia e a forma até inusitada e engenhosa de como o Presidente norte-americano Donald Trump utiliza o Twitter e, por outro lado, reparar como alguns parlamentos têm procurado usar estas ferramentas para melhor comunicarem com os cidadãos e prestarem as contas e os esclarecimentos a uma sociedade cada vez mais exigente. É o caso do Parlamento Europeu, que marca presença nas redes sociais mais populares (do Twitter ao Instagram, passando pelo Vimeo e Facebook).

Neste sentido, também as próprias redes sociais disponibilizam cada vez mais funcionalidades, nomeadamente com potencial utilidade para instituições como o Parlamento. Enquadram-se nestes casos, por exemplo, a possibilidade de emissão em direto a partir de redes como o Facebook e o YouTube, notificando os utilizadores deste evento.

Todavia, existe ainda um grande potencial tecnológico a explorar no sentido de procurar formas de comunicação inovadoras que contribuam para o envolvimento dos cidadãos com o Parlamento, reforçando a aproximação dos eleitos aos eleitores, e que evoluam em qualidade e em acessibilidade, seja na seleção, na forma ou, ainda, nas plataformas tecnológicas de disponibilização dos conteúdos. São estes os desafios e a missão que o Grupo de Trabalho para o Parlamento Digital terá pela frente, como seja melhorar a qualidade da democracia parlamentar portuguesa através do uso das novas tecnologias na comunicação e na acessibilidade e disponibilização de informação e conteúdos, aproximando assim o Parlamento dos cidadãos.

@Gonçalo Carvalho, Public Affairs Manager

Representação de Interesses, Incompatibilidades e Transparência

guess what Comunicação 10 Novembro, 2016

A existência de conflitos de interesse e a passagem do exercício de cargos públicos para funções empresariais enfraquecem a confiança dos cidadãos em relação ao Estado. A preocupação com esta autonomia do político em relação ao económico frequentemente tem custos – alguns quadros empresariais poderiam ser úteis no exercício de funções públicas (veja‑se o “caso político” que se transformou a negociação para o cargo de presidente da Caixa Geral de Depósitos) – mas é um garante da transparência, de uma política ética, da possibilidade da existência de uma efectiva regulação.

O que se tem verificado nestes últimos anos foi que a prática da “porta giratória” se tornou um modelo de negócio. Esta é erguida para um objectivo em si mesmo. É, por exemplo, de portas giratórias que se trata quando se fala do novo desafio profissional de Durão Barroso, escolhido para Non‑Executive Chairman da Goldman Sachs International. Não obstante, a classe política ou detentores de cargos públicos não devem ser impedidos de ter um emprego ou exercer uma nova função após o exercício de um cargo político ou de um alto cargo público. Sobre este caso em particular, o Comité de Ética ad hoc da Comissão Europeia já concluiu que, efectivamente, o antigo presidente Durão Barroso não violou as regras dos Tratados ao aceitar o seu novo cargo, ainda que tenha demonstrado falta de sensatez.

Neste mesmo sentido, no parecer divulgado recentemente, considera-se que Barroso “não demonstrou a sensatez que se poderia esperar de alguém que ocupou o cargo de Presidente durante tantos anos”, mas “não violou o seu dever de integridade e discrição”. A este propósito, o Parlamento Europeu decidiu ainda, por larga maioria, “congelar 20% das apropriações de transferências temporárias dos anteriores membros da Comissão Europeia até que a Comissão apresente um Código de Conduta reforçado para os Comissários para prevenir conflitos de interesse e as portas giratórias” em que as instituições europeias se terão tornado. O corte nos privilégios de antigos Comissários é assim apresentado como uma forma de “recuperar a confiança dos cidadãos da União e a credibilidade das suas instituições”. Simultaneamente, o Presidente da Comissão Europeia já afirmou que vai propor ao colégio de Comissários o prolongamento do período de espera, de 18 meses para três anos, no caso do Presidente da Comissão. No caso dos ex‑Comissários apresentou também a necessidade de aumentar este tempo, mas apenas até aos 24 meses.

Em Portugal, o assunto tem sido alvo de diversas discussões e o Parlamento tem actualmente em mãos, pela primeira vez, um projecto de lei para regulamentar a actividade de representação profissional de interesses (lobbying), apresentado pelo Grupo Parlamento do CDS-PP, e a promessa do Grupo Parlamentar do PS de que apresentará um projecto próprio. Concomitantemente, o Grupo Parlamentar do PSD indicou que irá acompanhar as propostas, porque concorda com a necessidade de legislar a matéria, mas não apresentará um projecto próprio, podendo apenas sugerir propostas de alteração. Já o PCP ainda está a analisar e ponderar a apresentação de propostas sobre o tema, enquanto o Bloco de Esquerda é frontalmente contra a regulamentação do lobbying.

Para análise destes e de outros projectos foi criada no passado mês de Abril a Comissão Eventual para o Reforço da Transparência do Exercício de Funções Públicas. Quase todos os partidos já apresentaram vários projetos de lei. Os temas em consideração – exercício de funções e de mandato, controlo de riqueza e enriquecimento injustificado, incompatibilidades, registo de interesses legítimos (lóbi) e prevenção de conflitos de interesse – são tão relevantes que a ausência de progressos nestas áreas teria custos políticos significativos.

Por outras palavras, poderá dizer-se que uma má lei e um mau desempenho acompanhados de uma absoluta falta de tacto, de transparência e da vontade de prestar contas fazem parte da pior cultura de serviço público a que a Administração Pública e os membros de um Governo podem fazer a si mesmos e à democracia, porque não há nada mais corrosivo para a democracia que a falta de confiança, originando um descrédito nas instituições públicas e nos seus dirigentes.

Apesar da Comissão Eventual para o Reforço da Transparência no Exercício de Funções Públicas ter os trabalhos suspensos até ao próximo dia 01 de Dezembro, devido à discussão do Orçamento de Estado para 2017, espera-se que após esta interrupção os projectos de lei aí apresentados e discutidos possam ter como corolário reforçar a transparência, o registo de interesses e o regime de incompatibilidades e impedimentos de titulares de cargos políticos e altos cargos públicos.

É imperativo ter melhores leis e códigos de conduta para governantes, para deputados e eventualmente para outros altos cargos públicos. E, precisamente, para evitar o populismo é necessário estudar / analisar os vários exemplos e as boas práticas internacionais, discuti-las e tomar decisões. No entanto, e aqui uma tónica importante, se, do lado oposto, as empresas, agências ou os profissionais que desenvolvem uma actividade de lóbi, mas não cumprem um Código de Conduta para as Relações entre Representantes de Interesses Legítimos e Entidades Públicas, revisto independentemente, é difícil esperar que os decisores políticos tenham confiança de que as pessoas com quem estão a reunir estejam comprometidas e empenhadas em implementar e desenvolver as melhores práticas. Simplificando, “lobistas” não registados colocam a sua própria reputação (e dos seus pares registados) e dos seus clientes em risco.

@Gonçalo Carvalho, Public Affairs Manager

Jogos Olímpicos e a imagem do Brasil

guess what Comunicação 28 Julho, 2016

Estamos a aproximarmo-nos dos Jogos Olímpicos 2016 no Rio de Janeiro, mas a expectativa de um grande evento, que tradicionalmente atrai milhares de turistas, o que poderia ajudar a estimular a combalida economia da cidade, pode não se confirmar. Os meios de comunicação internacional têm sido implacáveis em ridicularizar o Brasil, pelo momento político e económico que está a passar. E, em particular, o Rio de Janeiro, pelas sucessivas escorregadelas que comprometem ainda mais a reputação da cidade para organizar um evento dessa magnitude, como recentemente o Expresso deu conta a propósito da chegada dos atletas Portugueses e a aparente falta de condições da aldeia olímpica.

Não obstante o atraso nas obras e a suspensão de outras, que ficaram apenas pelos projetos, existem factos negativos que ajudam a uma posição crítica da opinião pública internacional: a poluição da Baía de Guanabara, o colapso da ciclovia, a ameaça do vírus Zika, os níveis de segurança da cidade e o recente episódio da Agência Mundial Antidoping que anunciou a confirmação da  acreditação do Laboratório Brasileiro de Controle de Dopagem, um mês após a sua suspensão. Tudo isto pode contribuir para afastar turistas e colocar sérias dúvidas sobre a capacidade do Rio de Janeiro em servir de sede a uma competição com esta envergadura e segurança exigida.

Os danos na reputação da cidade são alimentados por reportagens dos meios de comunicação social a nível internacional, algumas com tom alarmista, que a epidemia do vírus Zika é uma forte ameaça à saúde dos atletas. E é claro que não está a ajudar que atletas de renome, incluindo mais recentemente o jogador espanhol Pau Gasol ter afirmado que teme a ameaça do vírus Zika e a segurança, no Brasil, mas acrescenta que “o compromisso com a seleção é maior do que o medo do que possa acontecer”.

Todavia, esta percepção da imagem do país não ocorreu nos últimos meses. Desde as manifestações a favor e contra o Governo, que encheram as ruas do Brasil , que os meios de comunicação têm reproduzido que “o caos tomou conta do país”, já mergulhado numa das suas maiores crises  – política e económica – dos últimos anos que tem mostrado a degradação ética e moral que envolve a elite política do país. Os debates sobre o processo de destituição e de impugnação de mandato dos principais órgãos de soberania, as denúncias de corrupção, que envolvem políticos e outras autoridades, como empresários e banqueiros, além dos números negativos da economia, tudo isso se repercute e serve para colocar a imagem do país no seu nível mais baixo.

Ao invés, porém, para o consultor político britânico Simon Anholt que criou o conceito de “nation branding” e o Anholt-GfK Nation Brands Index, os problemas políticos e económicos internos não costumam afetar a percepção geral da opinião pública estrangeira sobre determinada nação. Neste sentido, Anholt defende numa entrevista à BBC que o maior potencial de dano à “marca Brasil”, está no possível “choque de realidade” decorrente da exposição mediatizada do evento face aos problemas locais como a desigualdade e violência – fenómeno que já foi identificado aquando do Campeonato do Mundo de Futebol em 2014.

Assim, os dois riscos mais graves para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e, que podem, destruir a imagem do Brasil estão relacionados com a segurança pública e as infraestruturas de transporte. Neste sentido, será necessário garantir a segurança dos atletas e dos turistas. Por ora, o Rio de Janeiro está sob controlo, depois de um ano recorde em termos de crime, com um primeiro aviso, que passou pela detenção de várias pessoas que alegadamente faziam parte de uma célula terrorista e que preparava ataques. A segurança inclui 85.000 polícias e militares, o dobro dos disponibilizados nos jogos de Londres em 2012.

Estamos a chegar a um ponto em que os responsáveis pela organização dos Jogos do Rio 2016 precisam fazer mais do que afirmar sobre quão seguro e organizado o evento será. Os atletas, as pessoas não querem promessas, querem apenas ver fatos.

Há sete anos os cariocas celebravam a atribuição dos Jogos Olímpicos à Cidade Maravilhosa. O país começava a sonhar mais alto. Sete anos depois Lula da Silva está a ser investigado no âmbito da “Operação Lava-Jato”. Dilma já não é Presidenta, depois de um processo de destituição, também por questões ligadas a alegada corrupção ou por ter, supostamente, fechado os olhos. A crise política, profunda, está instalada, a económica é a mais grave do último século. Veremos se estes Jogos Olímpicos darão aos brasileiros motivos para sambar. Oxalá que sim!

http://expresso.sapo.pt/dossies/diario/2016-07-25-Portugal-encontra-apartamentos-sujos-e-sem-agua-nos-Jogos-Olimpicos
http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/03/160322_marca_brasil_tg
 
 
@Gonçalo Carvalho, Public Affairs Manager

O Digital em estratégias de Public Affairs

guess what Comunicação 22 Junho, 2016

Para muitos consultores e profissionais de Relações Públicas, a Internet já é um canal essencial para alcançar uma audiência tão vasta quanto possível. Mas o mesmo será válido para actividades de Public Affairs? Tradicionalmente, o lóbi está associado a sigilo e mistério, e assume uma conotação muito negativa, mas o desenvolvimento de conhecimento, de regulação e a consciência de cidadania exigem uma maior transparência.

Ao definir uma estratégia digital pretende-se criar visibilidade em plataformas relevantes, como Facebook, YouTube, Twitter e blogs. Por outro lado, as apps podem ser igualmente úteis, mas um site com design responsivo – que assume cada vez maior importância – serão alguns dos instrumentos essenciais nesta questão. Poderá então desenvolver-se uma estratégia digital em Public Affairs? Sim, porque, independentemente de uma instituição decidir ou não tornar-se uma parte ativa nas redes sociais, os consumidores / partes interessadas poderão sempre falar online sobre a mesma.

Assim, uma estratégia digital em Public Affairs implica proporcionar os meios e recursos para envolver os stakeholders / partes interessadas relevantes sobre questões políticas e sociais fundamentais, para enfrentar os críticos e para reunir e envolver todas as partes interessadas. Uma estratégia digital em Public Affairs deve contemplar as seguintes etapas:

1)      Criar alcance através de uma base de fãs e seguidores “relevantes” nas diferentes plataformas. No entanto, grandes números não serão o único indicador de sucesso: não é o tamanho do navio que importa, mas o movimento do oceano.

2)      Tornar-se uma fonte de informação credível ao criar conteúdos inovadores e relevantes. O sucesso pode ser medido pelo número de “Retweet” e “Like”, mas também é importante assegurar que se publica o conteúdo certo, no momento certo e no local mais adequado para cada segmento do target.

3)      Mais importante: Encorajar os fãs e seguidores a se envolverem / intervirem em seu nome para fins de desenvolvimento de linhas de acção como pedir a outros utilizadores para assinar uma petição, a comentar um Documento de Posição, propor contributos para um programa eleitoral, participar num processo de consulta pública ou votar sobre um determinado tema.

Com efeito, cada vez mais, a Comissão Europeia, os Governos nacionais e os partidos políticos experimentam novas ferramentas que permitam que as partes interessadas participem na formulação de políticas e tenham a oportunidade de analisar de forma circunstanciada e comentem os projectos legislativos antes da sua adopção final.

Em Portugal, por exemplo, nas últimas Eleições Legislativas os principais partidos apelaram à apresentação de propostas concretas para o programa eleitoral que resultassem de um processo aberto de participação e reflexão, não apenas dos militantes e simpatizantes, mas também de cidadãos e instituições da sociedade portuguesa.

Neste mesmo sentido, o Governo tem vindo a apostar na proximidade para falar com os cidadãos e mostrar a sua atividade através de contas oficiais nas redes sociais. Desta forma, estabelecer uma relação de maior proximidade com os portugueses passa por manter contas oficiais no Twitter, no Instagram e no YouTube, além de algumas áreas de governação possuírem também contas noutras redes, tais como o Facebook, relacionadas com temas e programas específicos. Com efeito, com esta estratégia digital, o executivo quer chegar tão próximo quanto possível aos cidadãos, informando-os diretamente sobre a acção do Governo, respondendo às suas questões e promovendo, desta maneira, uma presença no espaço dos novos media onde o contacto bilateral, directo, rápido e transparente é uma mais-valia para todos.

Estes exemplos mostram que uma estratégia digital pode ser um complemento útil para além das actividades tradicionais de Public Affairs. Assim, em conjugação com outras iniciativas, uma estratégia digital de Public Affairs pode ajudar a criar e estreitar relações com stakeholders da esfera política, económica e sociedade civil. Todavia, uma estratégia digital de Public Affairs tem de ser relevante para o público-alvo, o que significa, muitas vezes, que deve ter um âmbito mais alargado do que as actividades tradicionais de Public Affairs – e deve manter-se sempre ligada ao “mundo real”, porque embora seja relativamente fácil criar laços, o aprofundamento dessas relações e a identificação com uma causa é o que realmente pode fazer a diferença.

@Gonçalo Carvalho, Public Affairs Manager

Papa Francisco

guess what Comunicação, Relações Públicas 7 Novembro, 2013

 

Há dias foi revelado que o Papa Francisco pretende saber o que pensam os católicos da homossexualidade, uniões de facto ou o uso de contracetivos. O Papa enviou um inquérito às conferências episcopais de todo o mundo para serem distribuídas pelas paróquias e respondidas pelos fiéis. Um inteligente ato de relações públicas que envolve as pessoas e legitima as posições que possam ser tomadas posteriormente pela Igreja.

 

Transplantação e estudantes de medicina no portfolio da Guess What

guess what Comunicação, Relações Públicas 2 Agosto, 2013

A Guess What acaba de reforçar o seu portfólio de contas da área de healthcare com dois projetos ligados à medicina: o congresso iMed 5.0, organizado pela Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa (AEFCML) e a Sociedade Portuguesa de Transplantação.

O iMed – Innovating Medicine Conference® é um congresso que pretende trazer a inovação, na primeira pessoa, a estudantes da área das Ciências da Vida. A 5ª edição realizar-se-á nos dias 11, 12 e 13 de Outubro de 2013, na Reitoria da Universidade NOVA de Lisboa, e, sob o tema condutor “Medicina Personalizada”, trará pela primeira vez a Portugal quatro premiados Nobel da Medicina e da Química: Harald zur Hausen, Nobel da Medicina em 2008, Robin Warren, Nobel da Medicina em 2005 e Ada Yonath, Nobel da Química em 2009. A Guess What está encarregue da divulgação pré-congresso e do gabinete de imprensa durante os trabalhos a realizar em Outubro.

Já a Sociedade Portuguesa de Transplantação, atualmente liderada por Fernando Macário, nefrologista, tem como missão a promoção e divulgação da atividade científica relacionada com a transplantação em Portugal e contará com o apoio da Guess What na divulgação mediática das suas principais ações e na implementação do Dia Nacional do Transplante.

A Guess What conta no seu grupo de healthcare com uma equipa especializada com mais de 15 anos de experiência na área da comunicação em saúde e representa em Portugal a GLOBALHealthPR, uma network internacional de agências de relações públicas líderes, independentes e com fortes expertises na área da saúde, com sede em 24 países.

Já faltou mais para andarmos de estetoscópio ao peito…

Venha almoçar connosco… na secretária

guess what Comunicação, Relações Públicas 26 Março, 2013

Depois de todos os anos serem publicados estudos que demonstram que as relações públicas são uma das profissões mais stressantes, o Salary and Job Satisfaction Survey promovido pelo PR Daily encontra uma das justificações: 69 por cento dos profissionais de RP almoçam na secretária.

“Existem cada vez mais relatórios sobre os perigos de permanecer muito tempo sentado, por isso só o ato de levantar-se para andar até outra sala para comer é importante, ou melhor ainda, apanhar algum ar fresco em conjunto com um pequeno passeio pode fazer maravilhas ao corpo e ao espírito”, explica um artigo da Forbes sobre as melhores maneiras de aproveitar a hora de almoço. Mas este bom hábito é adotado por apenas 10 por cento dos RP, que optam por sair com os colegas para almoçar.

Depois há os fundamentalistas: 7 por cento dos inquiridos afirma não ter tempo para almoçar, nem sequer para comer uma sanduíche com uma mão, enquanto mexe no rato com a outra. E 1,4 por cento acaba por passar a hora de almoço com os clientes.

No entanto, não almoçar não é necessariamente prejudicial à saúde. Alguns dos inquiridos referiram que preferem fazer exercício na pausa de almoço e comer na secretária a seguir.

No artigo sobre as melhores formas de aproveitar a hora de almoço, os especialistas da Forbes aconselham a utilizar a pausa de almoço em pleno. “Mesmo que não use a pausa completa todos os dias, deve aproveitar este momento para sair do escritório, ir almoçar, exercitar o corpo e a mente, reunir-se com velhos amigos e tratar de assuntos pessoais. Percecione também qual é a cultura do escritório, se a regra é almoçar em menos tempo, siga o exemplo dos seus colegas”.

De qualquer forma, quando quiser marcar um almoço com um RP, talvez seja melhor pensar num jantar…

A amiga Carlsberg

guess what Comunicação, Digital, Relações Públicas 14 Março, 2013

A nova campanha da Carlsberg testa a amizade. Não aquela de programas de fim-de-semana, de saídas à noite ou de fotos do Facebook, mas sim aquela amizade capaz de levar alguém a ajudar um amigo às tantas da madrugada para o salvar de uma situação perigosa e ainda levar consigo 300€.

Capturado por câmaras ocultas, o filme que está na base desta campanha testa a amizade colocando várias pessoas numa situação limite de stress para saber até onde vão para ajudar um amigo. Nesta “prova”, os amigos têm de passar por ruas escuras, ser revistados por seguranças e encontrar personagens estranhas. No final, o teste é superado e surge a assinatura da marca… “That calls for a Carlsberg”.

Original, divertida e arrojada são os adjetivos que podem avaliar esta campanha. O conceito consegue captar a nossa atenção, o vídeo prende-nos ao ecrã e deixa-nos inevitavelmente a pensar a quem ligaríamos numa situação daquelas ou se algum dos nossos amigos conseguiria superar a prova.

Sendo a cerveja uma bebida tão social, a associação da marca à amizade não seria propriamente uma surpresa (aliás, outras marcas já o fizeram), no entanto, não deixa de ser uma forma criativa de abordar o tema. Interessante é também ver que, lá no meio da camaradagem masculina (comum neste tipo de anúncios), aparece uma amiga, uma mulher, que passa no teste e, no final, ainda vai (supomos nós) beber uma Carlsberg. Afinal, a cerveja já não só para homens!

E tu? Até onde irias por um amigo?

A exposição da coragem

guess what Comunicação, Relações Públicas 13 Março, 2013

Decorre até ao próximo dia 15 de março no Edifício do Campo Grande da Câmara Municipal de Lisboa a 4ª Mostra Fotográfica do Projeto RETRATO DE MIM, uma iniciativa de grande valor da Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama.

Fotografias e histórias de mulheres portuguesas que enfrentaram o cancro da mama e sobreviveram para contar as suas histórias de coragem. Nos difíceis tempos que correm são exemplos destes que nos ajudam e encarar o mundo sem medos. A Guess What apoia e aprova!

Lisboa será a sede da FEIEA nos próximos três anos

guess what Comunicação, Relações Públicas 7 Março, 2013

A Federação Europeia de Associações de Comunicação Interna (FEIEA) escolheu, pela primeira vez em 57 anos, a cidade de Lisboa como sede. Esta Organização, que reúne entidades de 12 países europeus, passará a operar durante os próximos três anos, nas instalações da Associação Portuguesa de Comunicação de Empresa, sob a presidência de António Rapoula, atual vice-presidente desta Associação.

No seio das notícias negativas que se fazem ouvir nos últimos tempos é reconfortante saber que existem situações que nos deixam orgulhosos e que refletem o reconhecimento europeu dos talentos portugueses e da competência dos responsáveis de comunicação nacionais. São vários os casos de sucesso premiados a nível internacional e acredito que muitos mais serão conquistados nos próximos anos.

A FEIEA é uma organização sem fins lucrativos, fundada em 1955, que representa atualmente os seguintes países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslovénia, Irlanda, Itália, Portugal, Reino Unido, República Checa, Roménia e Suíça. Tem como missão desenvolver mais-valias para todos os comunicadores internos europeus, mantendo uma rede de conhecimento e benchmark, visando a partilha, a inovação e a qualidade perante os atuais desafios dos mercados globalizados.