ROI

O ROI de dizer NÃO.

Guess What Comentário à Atualidade 18 Fevereiro, 2019

Desde a escola até ao mundo empresarial, a meu ver é descurado o poder e a importância de dizer NÃO. Existe uma imensurável pressão de quase sempre dizermos que SIM, “Sim, eu sei” ou “Sim, eu faço”, seja por uma pressão social (amigos, colegas de Escola/Faculdade), seja por uma pressão de expectativa de performance profissional.

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Uma questão de timing.

guess what Comunicação, Digital 12 Abril, 2017

O caso do passageiro expulso do avião da United Airlines está a correr mundo, pelos piores motivos. Segundo o Observador, “no mês passado, a mesma companhia esteve envolvida num episódio polémico não muito diferente deste. Duas crianças foram impedidas de entrar no avião porque estavam a vestir leggings que, de acordo com a United Airlines, não obedece ao dress code da companhia.”.

Mas bom, este espaço não serve para comentar as motivações/decisões da companhia. Quero falar sobre outras companhias que aproveitaram a primeira situação (e muito bem) para apostar em publicidade. Passo a apresentar alguns casos:

Crédito de imagem: José Brízida

Assistimos a duas empresas que, criativamente, se apresentam como soluções face ao caso United Airlines. A primeira imagem, apesar de não ser oficial, fez com que a Southwest sofresse um pico de menções nas Redes Sociais. A segunda imagem apresenta uma opção de utilização de anúncios patrocinados no Youtube de forma astuciosa.

A questão que se prende é: será eticamente sustentável aproveitar situações negativas de concorrentes para auto-promoção? A rentabilidade do ROI, compensa?

Investir na área digital tem as suas vantagens, nomeadamente a possibilidade de medir e quantificar o sucesso da campanha/ação. Assim, seria interessante não só pensar e implementar a ideia, mas como também investir em investigação, por forma a indagar o real impacto da mesma.

@Marta Barroso Gonçalves, Digital Manager

Adeus Televisão, olá YouTube?

guess what Comunicação, Digital 27 Abril, 2016

A publicidade no YouTube gera um retorno superior ao alcançado com os anúncios em televisão – esta é a mais recente conclusão apresentada pela Google.

A dona do YouTube apresentou na semana passada os resultados de um estudo que realizou 2013 e 2016 em oito países europeus. Foram analisados 56 case studies de marcas presentes em seis setores de atividade distintos.

De acordo com a Google, o YouTube gerou um ROI [return on investment] superior ao da televisão em 77% dos casos. A publicidade é, para as marcas, um bem de primeira necessidade e é natural que o retorno seja um ponto importante na tomada de decisão sobre o orçamento a alocar a cada meio onde se vai anunciar.

Mais do que nunca o YouTube conquista o seu espaço e a publicidade é algo a que os seus utilizadores não podem fugir. E se antes o “Skip Ad” permitia ver apenas os segundos iniciais de um anúncio e “saltar” para o conteúdo escolhido, o futuro já não é bem assim. O botão mágico vai desaparecer, mas o anúncio, esse, mantém-se. Com a duração de seis segundos, todos os anúncios tocarão até ao fim – uma grande notícia para as marcas que não veneravam o ”Skip Ad”.

@Ana Magalhães NevesJunior Communication Consultant

 

2013 Digital: Realidade aumentada? Mobile? Compras no Facebook?

guess what Digital 6 Fevereiro, 2013

Isso e muito mais. No entanto, o foco de negócio do marketing digital em 2013 poderá estar na análise do retorno e no apoio ao cliente. Porquê? É simples: Os consumidores já não recorrem só a formulários no site nem apoio ao cliente por telefone/e-mail para ver respondidas as suas questões; As empresas apostam cada vez mais no online e grandes investimentos implicam grandes análises.

Conhecer melhor o consumidor final é uma oportunidade que o Digital dá às marcas e que estas deverão aprofundar em 2013. Estabelecer estratégias de plataforma e conteúdo que permitam estreitar relações, responder com a complexidade exigida e promover a colaboração entre consumidores, seguindo os passos de casos de sucesso como o da Tap e do Meo, é imperativo para uma boa estratégia digital em 2013. O Digital já é uma extensão do apoio ao cliente e é assim que deve existir, por se tratar de uma rede de proximidade entre a marca e o consumidor, que já se considera a si mesmo conhecedor deste mercado.

Já no campo dos negócios, o aumento do investimento em plataformas digitais vai implicar não só uma estratégia cada vez mais estruturada e integrada, mas também uma análise profunda de indicadores de desempenho e resultados. Em 2013 o Digital deverá estar cada vez mais integrado na estratégia geral de marketing e comunicação das empresas, chegando mesmo a poder influenciar diretamente o offline e a estratégia de investimento financeiro de toda a atuação da marca. Como? Através de uma utilização profunda das ferramentas de análise das estatísticas existentes e de análises de benchmark a nível nacional e internacional que demonstrem a dimensão de retorno do investimento nestas plataformas. A análise de desempenho por publicação, de resultados de ações desenvolvidas online o offline e respetivo impacto comercial, do perfil de seguidores atuais e dos que queremos alcançar, bem como a adaptação constante às mudanças registadas nestas análises são exemplo de boas práticas na análise de retorno neste mercado.