saúde

Menos nem sempre é mais

guess what Digital 17 Fevereiro, 2015

À mínima suspeita de uma doença, ou só para saber mais sobre um determinado tema, a primeira reação é: pesquisar no Google.

Poucas serão as pessoas que nunca escreveram o nome de uma doença ou uma pergunta específica, como “varicela dói?”, no motor de busca.

Para responder à procura de informação sobre saúde, a Google anunciou que os resultados de pesquisas relacionadas com saúde vão ser mais completos, passando a incluir o gráfico do conhecimento.

Uma em cada 20 pesquisas no Google são relacionadas com saúde, explicou a empresa, reforçando que esta ideia nasceu para que as pessoas “possam encontrar mais rápida e facilmente a informação de saúde de que precisam”.

O gráfico do conhecimento, que já está disponível para pesquisas sobre figuras marcantes da história, por exemplo, vai passar a devolver informações médicas importantes.

“Sintomas e tratamentos comuns, detalhes sobre quão comum é determinada doença – se é crítica, contagiosa, que idades afeta”, são informações que a Google vai disponibilizar no gráfico do conhecimento em resultados para pesquisas de saúde.

Haverá ainda, para certas doenças, ilustrações de alta qualidade feitas por médicos licenciados. A intenção da Google, não é  substituir consultas médicas, mas sim alargar a base de recolha de informação para os utilizadores.

Por aqui, vamos continuar a “cuidar da saúde” dos nossos clientes com a mesma atenção, mas achamos a iniciativa animadora. Mais informação poderá traduzir-se em mais conhecimento e isso será sempre uma mais-valia para todos.

©Ana Magalhães NevesCommunication Trainee

Saúde: que Modelo de Estado Social?

guess what Comunicação, Relações Públicas 21 Janeiro, 2013

A Guess What presenciou este importante debate que decorreu hoje de manhã no Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa e contou com a participação de Paulo Macedo, Ministro da Saúde, Maria De Belém Roseira, Adalberto Campos Fernandes, Pedro Pita Barros e Isabel Vaz.

Uma iniciativa da Antena 1 e Universidade Nova moderada por Jorge Correia naquele que foi o seu última ato enquanto jornalista (novos desafios aguardam o Jorge a quem desejamos as maiores felicidades).

Ideias referidas por Paulo Macedo a reter: o Governo não quer alterar o SNS dentro de uma sustentabilidade ainda não conseguida; grande parte do Orçamento da Saúde de 2013 será utilizado para pagamentos atrasados a fornecedores; o futuro passa pela eliminação de duplicações de serviços e subsistemas (como é o caso da ADSE). Confirmou-se também a ideia de que quem percebe muito disto é Maria de Belém, atenta, informada e articulada.

BOP Health – Os Portugueses e a Saúde

 

Decorreu ontem no Hotel Jerónimos 8, em Lisboa, um local muito simpático e acolhedor por sinal, a apresentação da 3ª vaga do BOP Health – Os Portugueses e a Saúde. Um sucesso tanto ao nível de participações (esgotámos os lugares disponíveis) como em termos de feedback no final do evento. Regressaremos daqui a 6 meses com novos resultados sobre a perceção e o comportamento dos portugueses relativamente a questões atuais na área da Saúde.

Aproveito ainda para saudar e agradecer aos nossos parceiros Sprirituc e Havas Media pela dedicação e empenho no projeto.

Deixo aqui um dos muitos trabalhos jornalísticos realizados sobre a 3ª vaga do BOP Health.

Like – Guess What PR Digital Healthcare

Guess What Comunicação, Relações Públicas 20 Maio, 2011

International Healt Care IHSMS

No âmbito do International Healthcare Social Media Summit, a Guess What PR apresentou ao mercado a sua mais recente novidade: Like – Communication Like no Other. Trata-se de uma nova marca dedicada exclusivamente à comunicação digital para o sector da saúde. Monitorização de social media, criação de programas para comunidades de e-patientes, digital disease awareness campaigns, medical podcasts, public digital affairs e iPad & Smartphones marketing Apps são alguns dos serviços prestados por uma equipa de profissionais qualificados e com experiência na área.

Consultar aqui breve vídeo de apresentação.

Indústria Farmacêutica no Twitter

guess what Comunicação, Relações Públicas 1 Setembro, 2009

pfizer

A Pfizer é já uma das gigantes farmacêuticas a marcar presença no Twitter. Provavelmente terá sido uma necessidade sentida ou, pelo menos, uma oportunidade reconhecida internamente para criar uma relação mais directa com o público.

Mas como sabemos, o ambiente regulador é bastante restritivo no que diz respeito à comunicação entre farmacêuticas e público. Para complicar um pouco mais, todo o fenómeno das redes sociais passa ainda ao lado dos reguladores pelo que não existem propriamente guidelines específicas para este tipo de ferramentas.

No 3 Minute Ad Age de ontem, Ray Kerins, Vice Presidente de Comunicação da Pfizer, fala sobre algumas das dificuldades que tem sentido nesta sua aventura pelas “malhas” das redes sociais.

Custa mais não comunicar

guess what Digital 18 Junho, 2009

A Indústria Farmacêutica depara-se com um desafio nunca antes visto. Agora, para levar um novo fármaco para o mercado já não chega apenas demonstrar cientificamente que ele é seguro e eficaz. As ideias de custo-efectividade, custo-utilidade ou custo-benefício vieram para ficar e já fazem parte do léxico diário de empresas, reguladores, administrações hospitalares e profissionais de saúde.

Este é um momento particularmente relevante e oportuno para incorporar os estrategas de comunicação na concepção do plano de marketing. É preciso estabelecer pontes com públicos-alvo distintos, com especificidades próprias e necessidades diferenciadas: o administrador hospitalar anseia uma linguagem de gestão que possa legitimar as suas opções, o médico cruza a língua da ciência com as expectativas do doente que está à sua frente, o familiar fala e escuta com o coração e o doente simplesmente não aceita que o seu melhor tratamento seja colocado em causa por uma questão financeira. Afinal, a vida tem um preço?

Há uma Pfizer para além dos medicamentos

guess what Comunicação, Relações Públicas 9 Fevereiro, 2009

Num verdadeiro case-study de comunicação, a filial canadiana da Pfizer desenvolveu um projecto diferenciador com um posicionamento notável. No site More The Medication (http://morethanmedication.ca/), a empresa dirige-se ao público de uma forma transparente e inovadora. Para começar, fala sobre saúde e bem-estar sem promover doenças ou tratamentos, até porque, como a empresa refere, é preciso mais que medicamentos para ser saudável.

Num website simples e completo, uma equipa de especialistas credíveis (desde logo, um ponto distintivo em relação a outros sites de saúde e bem-estar) apresenta um conjunto de tópicos com conselhos e dicas práticas em várias áreas: melhorar a alimentação, fortalecer o corpo e a mente, gerir o stress, melhorar a comunicação com o médico ou ser corajoso para enfrentar os obstáculos da vida. Aproveito para destacar um dos vídeos disponíveis no site, desenvolvido sob o tópico “Be Brave”.

Que IF para 2009

Guess What Comunicação 3 Dezembro, 2008

Como temos tido a oportunidade de ler, ver e escutar, este não tem sido um final de ano particularmente positivo para as empresas da indústria farmacêutica presentes no mercado nacional. Mas como será o ano 2009 para esta relevante indústria?

Para nos ajudar a compreender melhor o futuro teremos, nos próximos dias, alguns textos referentes a este tópico, elaborado por parceiros Guess What. O primeiro fica já aqui e é da autoria de Luis Duarte, Strategy & Business Development Director da empresa Amaze.

“A perspectiva, mais que fundamentada, de um envelhecimento progressivo da população, tem implicações acrescidas, quer para o Serviço Nacional de Saúde quer para a Indústria Farmacêutica.

De facto, à medida que a população envelhece, a incidência de patologias crónicas relacionadas com a idade como as doenças reumáticas, as doenças cardiovasculares e alguns tipos de neoplasias, irá aumentar significativamente. Neste sentido, com o aumento da esperança média de vida, as pessoas irão consequentemente recorrer aos Serviços de Saúde por um maior período de tempo. Paralelamente, assiste-se também à utilização de terapêuticas de custo elevado assim como a um aumento progressivo do número de doentes diagnosticados. Quaisquer destes factores, individual ou conjugadamente, contribuirão de uma forma inequívoca para um aumento sustentado dos encargos do Estado com a Saúde dos cidadãos.

Consequentemente, apesar da despesa com medicamentos representar apenas uma pequena parte da despesa total dos Serviços Nacionais de Saúde, os governos estudam e implementam medidas que permitem uma redução de custos nesta área, para que se possam gerar recursos financeiros para fazer face a um previsível aumento dos gastos, elegendo a despesa com medicamentos como prioritária para esse efeito.

Por exemplo, estratégias de contenção de custos como reduções de preço ou uma maior dificuldade na obtenção de preço e do respectivo reembolso para um novo produto, acompanhadas por uma dinamização do mercado de genéricos ou de medidas restritivas para o acesso à classe médica, são hoje frequentes e representam barreiras reais para o crescimento das empresas farmacêuticas.

A Indústria Farmacêutica enfrenta, assim, um profundo processo de mudança. Face a esta “nova” realidade, as empresas farmacêuticas necessitam de se redefinir ao nível das suas estruturas e estratégias de abordagem ao mercado, de forma a poderem adaptar-se a este novo contexto, que se prevê duradouro e que tem como consequência inerente um aumento significativo da competitividade entre as mesmas. De facto, a única certeza que existe acerca do futuro é que, nele, tudo irá ser diferente. Tentar prevêr o futuro, é como conduzir um automóvel, à noite, sem luzes, numa estrada desconhecida, enquanto se olha pelo espelho retrovisor; uma completa incerteza.

Peter Drucker refere que a melhor forma de prever o futuro é ajudar a criá-lo. Na práctica, é precisamente através desta perspectiva que as empresas farmacêuticas melhor se poderão diferenciar e ganhar a vantagem competitiva que tanto ambicionam. Nunca se saberá ao certo o que se poderá alcançar com uma determinada iniciativa se nunca se tiver tentado implementá-la na práctica.

Na realidade, os ventos de mudança que assolam o sector farmacêutico, proporcionam um conjunto infinito de oportunidades para as empresas empreendedoras que enfrentam de forma determinada a mudança e a explora como uma oportunidade para o sucesso.

É, pois, fundamental que estas estejam preparadas para agir rapidamente, de forma a identificar, avaliar, definir e implementar soluções estratégicas que possam gerar diferenciação e valor acrescentado.

Processos de licenciamento são elementos essenciais para a estratégia das Empresas Farmacêuticas. A crise actual na Investigação e Desenvolvimento, acompanhada pelo incremento das medidas regulamentares e por um “vaga” de produtos major com patentes expiradas, limita as empresas na continuidade do fortalecimento dos seus pipelines, tornando-as mais dependentes deste tipo de processos para cumprimento dos seus objectivos, estimando-se que seja esta uma tendência cada vez mais real.

Neste sentido, uma das iniciativas possíveis passa pelo estabelecimento de parcerias estratégicas entre empresas, de in-licensing, out-licensing ou outras, permitindo que estas adoptem estratégias de licenciamento adequadas e maximizem as oportunidades de crescimento. Torna-se assim imperativo que haja uma proactividade por parte das empresas farmacêuticas, na procura de novas oportunidades para acordos, em oposição a uma atitude passiva de espera dessas mesmas oportunidades.”