televisão

Histórias ao Primeiro Acorde

Guess What Comentário à Atualidade 23 Abril, 2019

Todos nós somos apaixonados por histórias. Sejam românticas, de terror ou até cheias de monstros e super-heróis, a verdade é que não há ninguém que não fique agarrado a um livro ou um filme só para saber o que acontece no final (e spoiler alert: normalmente o bem triunfa sob o mal e todos são obrigados a serem felizes*).

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Adeus Televisão, olá YouTube?

guess what Comunicação, Digital 27 Abril, 2016

A publicidade no YouTube gera um retorno superior ao alcançado com os anúncios em televisão – esta é a mais recente conclusão apresentada pela Google.

A dona do YouTube apresentou na semana passada os resultados de um estudo que realizou 2013 e 2016 em oito países europeus. Foram analisados 56 case studies de marcas presentes em seis setores de atividade distintos.

De acordo com a Google, o YouTube gerou um ROI [return on investment] superior ao da televisão em 77% dos casos. A publicidade é, para as marcas, um bem de primeira necessidade e é natural que o retorno seja um ponto importante na tomada de decisão sobre o orçamento a alocar a cada meio onde se vai anunciar.

Mais do que nunca o YouTube conquista o seu espaço e a publicidade é algo a que os seus utilizadores não podem fugir. E se antes o “Skip Ad” permitia ver apenas os segundos iniciais de um anúncio e “saltar” para o conteúdo escolhido, o futuro já não é bem assim. O botão mágico vai desaparecer, mas o anúncio, esse, mantém-se. Com a duração de seis segundos, todos os anúncios tocarão até ao fim – uma grande notícia para as marcas que não veneravam o ”Skip Ad”.

@Ana Magalhães NevesJunior Communication Consultant

 

A comunicação de Moniz

Guess What Comunicação 6 Agosto, 2009

moniz

A saída (abrupta) do José Eduardo Moniz da TVI é a grande “bomba” desta season cada vez mais silly. O Director do “Quarto canal” esteve 11 anos a consolidar um projecto televisivo que se tornou referência no panorama nacional. Big Brothers, jornais polémicos, telenovelas portuguesas, shares de audiência inacreditáveis. Por aqui podemos não ser grandes apreciadores da programação popularucha da TVI mas admiramos o carácter vencedor do seu ex-timoneiro, a sua frontalidade, a forma como pegou num projecto que estava nas ruas da amargura (abaixo da SIC e RTP) e o transformou num case study, nacional e internacional.

Ontem,  em directo no Jornal da Noite da TVI, José Eduardo Moniz  demonstrou continuar a ser um excelente comunicador. Não fugiu a questões mas só respondeu às  que queria. O seu discurso foi emotivo mas objectivo. Geriu o ritmo da entrevista ao som do seu próprio tango. Um bom exemplo para analisar em futuras acções de Media Training.

Continuamos sem perceber os reais motivos que o levaram a tomar esta decisão (a SIC, tal como o Sporting, bem pode agradecer esta semana aos anjinhos) mas sabemos que o futuro de Moniz continuará a ser cimentado com muito trabalho e sucesso.  É a sina dos vencedores, é chato para muita gente.

Métricas

Guess What Comunicação 27 Novembro, 2008

Contaram-me no outro dia que as audiências de televisão em Portugal eram medidas através de mil audímetros. Confesso que fiquei um pouco surpreendido pelo número tão escasso de aparelhos.

Segundo dados que recolhi referentes a 2003, a Alemanha surge à frente no número de audímetros, com 5640. Seguem-se EUA, 5094; Reino Unido, 4500 e Espanha, 3105. Manifestamente insatisfatório.

O número reduzido de audímetros é uma das principais fragilidades na mensuração das audiências. Isto para já não falar nos critérios de atribuição dos aparelhos ou na veracidade dos resultados apurados. Quem tem um audímetro em casa tem de cumprir certas e determinadas rotinas para que não haja um enviesamento nos dados. Umas vezes por desleixo, outras por esquecimento, o que é certo é que este tipo de métrica não é o mais ajustado, pelo número e pelo formato.

Numa época em que os canais digladiam-se ferozmente pelos melhores resultados em termos de audiência, utilizando apuradas técnicas de contraprogramação, onde os anunciantes (ainda) investem milhões em anúncios cujo retorno é imprevisível, penso que está na hora de haver maior profissionalismo, rigor e transparência na medição das audiências. Caso contrário continuar-se-á a apostar com base nos feelings de cada um.