Tendências

Dress code – Pijama

guess what Comunicação 21 Setembro, 2017

Em 2017 trabalhar a partir de casa ou remotamente não é apenas uma aspiração de funcionários fartos das viagens casa-trabalho/trabalho-casa. É uma realidade e é uma das grandes tendências das empresas cujo trabalho não precisa de ser feito obrigatoriamente num escritório.

Num artigo de 2016 o blog prototypr afirma que muitas das empresas com maior sucesso nos nossos dias permitem que os funcionários trabalhem remotamente e explica porque é que o trabalho a partir de casa está cheio de vantagens não só para os colaboradores mas também para a entidade empregadora.

Para os empregados as vantagens são tão óbvias que a prestigiada revista Forbes afirma num artigo também de 2016 que “para reter colaboradores, não há nada como a casa”. E no mesmo artigo realça que as empresas podem poupar até 11 mil dólares por ano com o trabalho remoto. Poupanças que podem passar por ter um escritório mais pequeno, por exemplo.

Em português as vantagens de trabalhar remotamente são sublinhadas por este artigo do site Nomadismo Digital, que refere poupança, maior produtividade e até um estilo de vida mais saudável associados a esta “nova” forma de trabalhar.

E até a conhecida empresa de gestão de escritórios “Regus”, sublinha que o trabalho remoto pode contribuir para uma maior concentração por parte dos trabalhadores.

Esta é uma realidade que “assenta como uma luva” (ou como um pijama) ao trabalho de comunicação. Haja um computador e internet e nós podemos trabalhar. Comunicadores de Portugal, fica o desafio: vamos trocar “casual chic” pelo dress code “pijama”?

@Susana Viana, Healthcare Division Manager

O papel desempenhado pelas redes sociais na participação política

guess what Comunicação 1 Fevereiro, 2017

A utilização das redes sociais tem crescido rapidamente enquanto fórum para a participação e ativismo político nas suas diferentes formas. Plataformas como o Twitter, o Facebook e o YouTube, oferecem novas formas de estimular o envolvimento dos cidadãos na vida política, onde as eleições e as campanhas eleitorais têm um papel essencial.

A comunicação pessoal através das redes sociais aproxima os políticos e partidos dos seus potenciais eleitores. Permite que os políticos comuniquem mais rapidamente e alcancem os cidadãos de forma mais eficaz e de uma maneira mais seletiva e vice-versa, sem o papel intermediário dos meios de comunicação social. Reações, feedback, conversas e debates são gerados online, bem como o apoio e a participação em eventos offline. As mensagens enviadas por meio de redes pessoais são, por sua vez, multiplicadas quando partilhadas, o que permite alcançar novos públicos.

A este propósito, foi criado no âmbito da Assembleia da República, o Grupo de Trabalho para o Parlamento Digital com vista a promover uma reflexão com o objetivo de melhorar a qualidade da democracia parlamentar através das novas tecnologias, aproximando o Parlamento dos cidadãos, comunicando mais e melhor, e colaborando com a comunidade para reforçar o escrutínio informado sobre a Assembleia da República.

Assim, a iniciativa de criar o Grupo de Trabalho para o Parlamento Digital nasceu exatamente da convicção de que uma das formas de fortalecer a relação entre o Parlamento e os cidadãos passa, incontornavelmente, por potenciar a utilização das novas tecnologias, nomeadamente pela Internet. Neste campo, as redes sociais, afirmaram-se nos últimos anos como um dos principais palcos de debate público em qualquer democracia. Basta ver a estratégia e a forma até inusitada e engenhosa de como o Presidente norte-americano Donald Trump utiliza o Twitter e, por outro lado, reparar como alguns parlamentos têm procurado usar estas ferramentas para melhor comunicarem com os cidadãos e prestarem as contas e os esclarecimentos a uma sociedade cada vez mais exigente. É o caso do Parlamento Europeu, que marca presença nas redes sociais mais populares (do Twitter ao Instagram, passando pelo Vimeo e Facebook).

Neste sentido, também as próprias redes sociais disponibilizam cada vez mais funcionalidades, nomeadamente com potencial utilidade para instituições como o Parlamento. Enquadram-se nestes casos, por exemplo, a possibilidade de emissão em direto a partir de redes como o Facebook e o YouTube, notificando os utilizadores deste evento.

Todavia, existe ainda um grande potencial tecnológico a explorar no sentido de procurar formas de comunicação inovadoras que contribuam para o envolvimento dos cidadãos com o Parlamento, reforçando a aproximação dos eleitos aos eleitores, e que evoluam em qualidade e em acessibilidade, seja na seleção, na forma ou, ainda, nas plataformas tecnológicas de disponibilização dos conteúdos. São estes os desafios e a missão que o Grupo de Trabalho para o Parlamento Digital terá pela frente, como seja melhorar a qualidade da democracia parlamentar portuguesa através do uso das novas tecnologias na comunicação e na acessibilidade e disponibilização de informação e conteúdos, aproximando assim o Parlamento dos cidadãos.

@Gonçalo Carvalho, Public Affairs Manager

Comunicação: tendências para 2017

guess what Comunicação 5 Janeiro, 2017

Apesar de ser um pouco avesso a exercícios de futurologia, o conselho editorial da Diagonal pediu-me para escrever sobre tendências para o presente ano de 2017. Deixo então aqui os meus (12) palpites. Fica desde já combinado que no final do ano faremos o balanço do que efetivamente se concretizou.

1.  Análise preditiva: utilização de dados, algoritmos estatísticos e técnicas de machine learning para antecipar o comportamento do consumidor.

2. Customer Centric Culture: coloque os clientes à frente dos interesses diretos da sua marca. Surpreenda e proporcione uma experiência inesquecível ao seu cliente que ele fará a defesa da sua marca com resultados fantásticos.

3. Geolocalização: Massificação do uso de dados do consumidor via geolocalização. Com a disseminação dos smartphones, existe um grande potencial com a recolha e tratamento desta informação, sendo uma preciosa ferramenta para o marketing das marcas.

4. Native advertising: com a proliferação dos ad blockers, será cada vez mais comum a utilização de publicidade nativa em diversos meios e formatos. Este tipo de publicidade tem a vantagem de não ser interrompida com os intrusivos banners e pop-ups que nos perturbam diariamente.

5. Multi-touch Attribution (MTA): sistema que permite saber quais os cliques mais importantes na conversão dos clientes online e de que forma se relacionam. Um tópico extremamente importante para quem quer faturar no digital. A acompanhar nos próximos tempos.

6. Data driven marketing: basear as decisões e ações no marketing através de dados concretos. Conhecer as pessoas e os clientes ao ínfimo pormenor. Isto implica olhar para as áreas de marketing, comunicação e comercial de forma integrada e a 360º.

7. Criatividade orientada: criar conteúdo criativo e relevante para os seus clientes. Do ponto de vista digital existem inúmeras ferramentas que permitem adaptar e segmentar conteúdo para que as suas campanhas sejam cada vez mais eficazes.

8. Cross device: já vem de 2016 e continuará a ser uma realidade este ano. O mix é cada vez mais alargado. O desafio passa por integrar os conteúdos com coerência e de forma adequada ao suporte.

9. Live video: explosão no volume e nível de interação deste tipo de vídeos. YouTube, Facebook e Instagram têm incorporado nos últimos tempos cada vez mais funcionalidades neste campo, contribuindo assim a popularização destes vídeos, nomeadamente ao nível de eventos públicos. Não demorará muito para as marcas agarrarem esta oportunidade.

10. Content marketing: Já há algum tempo que se diz, e é reconhecido, que o conteúdo é rei. Por isso, acredito que a evolução que teremos a este nível em 2017 será ao nível da sofisticação, criatividade e formato do mesmo.

11. AR/VR (Realidade aumentada e realidade virtual): Já com algumas experiências nesta área – Pokémon Go é talvez o exemplo mais universal, existe ainda um longo caminho e muita coisa a fazer neste campo específico. A tecnologia é importante, mas não menos importante são os conteúdos e a criatividade aplicada.

12. Inteligência Artificial: este será o ano em que cada vez mais empresas e marcas irão avançar nesta área. Assistentes pessoais, chat bots e outros programas de mensagens instantâneas prometem dar corpo a uma nova geração de serviços digitais.

@Renato Póvoas, Managing Partner

O Digital em estratégias de Public Affairs

guess what Comunicação 22 Junho, 2016

Para muitos consultores e profissionais de Relações Públicas, a Internet já é um canal essencial para alcançar uma audiência tão vasta quanto possível. Mas o mesmo será válido para actividades de Public Affairs? Tradicionalmente, o lóbi está associado a sigilo e mistério, e assume uma conotação muito negativa, mas o desenvolvimento de conhecimento, de regulação e a consciência de cidadania exigem uma maior transparência.

Ao definir uma estratégia digital pretende-se criar visibilidade em plataformas relevantes, como Facebook, YouTube, Twitter e blogs. Por outro lado, as apps podem ser igualmente úteis, mas um site com design responsivo – que assume cada vez maior importância – serão alguns dos instrumentos essenciais nesta questão. Poderá então desenvolver-se uma estratégia digital em Public Affairs? Sim, porque, independentemente de uma instituição decidir ou não tornar-se uma parte ativa nas redes sociais, os consumidores / partes interessadas poderão sempre falar online sobre a mesma.

Assim, uma estratégia digital em Public Affairs implica proporcionar os meios e recursos para envolver os stakeholders / partes interessadas relevantes sobre questões políticas e sociais fundamentais, para enfrentar os críticos e para reunir e envolver todas as partes interessadas. Uma estratégia digital em Public Affairs deve contemplar as seguintes etapas:

1)      Criar alcance através de uma base de fãs e seguidores “relevantes” nas diferentes plataformas. No entanto, grandes números não serão o único indicador de sucesso: não é o tamanho do navio que importa, mas o movimento do oceano.

2)      Tornar-se uma fonte de informação credível ao criar conteúdos inovadores e relevantes. O sucesso pode ser medido pelo número de “Retweet” e “Like”, mas também é importante assegurar que se publica o conteúdo certo, no momento certo e no local mais adequado para cada segmento do target.

3)      Mais importante: Encorajar os fãs e seguidores a se envolverem / intervirem em seu nome para fins de desenvolvimento de linhas de acção como pedir a outros utilizadores para assinar uma petição, a comentar um Documento de Posição, propor contributos para um programa eleitoral, participar num processo de consulta pública ou votar sobre um determinado tema.

Com efeito, cada vez mais, a Comissão Europeia, os Governos nacionais e os partidos políticos experimentam novas ferramentas que permitam que as partes interessadas participem na formulação de políticas e tenham a oportunidade de analisar de forma circunstanciada e comentem os projectos legislativos antes da sua adopção final.

Em Portugal, por exemplo, nas últimas Eleições Legislativas os principais partidos apelaram à apresentação de propostas concretas para o programa eleitoral que resultassem de um processo aberto de participação e reflexão, não apenas dos militantes e simpatizantes, mas também de cidadãos e instituições da sociedade portuguesa.

Neste mesmo sentido, o Governo tem vindo a apostar na proximidade para falar com os cidadãos e mostrar a sua atividade através de contas oficiais nas redes sociais. Desta forma, estabelecer uma relação de maior proximidade com os portugueses passa por manter contas oficiais no Twitter, no Instagram e no YouTube, além de algumas áreas de governação possuírem também contas noutras redes, tais como o Facebook, relacionadas com temas e programas específicos. Com efeito, com esta estratégia digital, o executivo quer chegar tão próximo quanto possível aos cidadãos, informando-os diretamente sobre a acção do Governo, respondendo às suas questões e promovendo, desta maneira, uma presença no espaço dos novos media onde o contacto bilateral, directo, rápido e transparente é uma mais-valia para todos.

Estes exemplos mostram que uma estratégia digital pode ser um complemento útil para além das actividades tradicionais de Public Affairs. Assim, em conjugação com outras iniciativas, uma estratégia digital de Public Affairs pode ajudar a criar e estreitar relações com stakeholders da esfera política, económica e sociedade civil. Todavia, uma estratégia digital de Public Affairs tem de ser relevante para o público-alvo, o que significa, muitas vezes, que deve ter um âmbito mais alargado do que as actividades tradicionais de Public Affairs – e deve manter-se sempre ligada ao “mundo real”, porque embora seja relativamente fácil criar laços, o aprofundamento dessas relações e a identificação com uma causa é o que realmente pode fazer a diferença.

@Gonçalo Carvalho, Public Affairs Manager

O Marketing que se cuide

guess what Comunicação, Relações Públicas 5 Setembro, 2013

 

São frequentes os casos em que más práticas relacionadas com promoções duvidosas, contactos agressivos e insistentes por telefone ou omissão de informações colocam o marketing e os seus profissionais em maus lençóis. São rapidamente apontados como os tais malandros que fazem tudo para conseguir uma nova venda. A crise económica, o aumento da concorrência e a pressão dos resultados não deixa antever melhores dias para os marketeers.

 

O bom marketing tem de ser aquele que:

» Não esconde. Informa;

» Não deturpa. Esclarece;

» Não impõe. Seduz;

» Não vende. Satisfaz;

» Não priva. Partilha;

» Não perturba. Auxilia;

» Não argumenta. Escuta.

» Não vigia. Monitoriza.

Espelho meu, espelho meu, que tipo de utilizador do Facebook sou eu?

guess what Comunicação, Digital 6 Agosto, 2013

Quer se goste ou se abomine, a verdade é que o Facebook está omnipresente na vida de todos, mesmo até daqueles que não têm um perfil e que, atualmente, vivem numa espécie de universo paralelo. Já os 1,1 mil milhões de utilizadores ativos por mês que povoam a popular rede social, dividem-se em diferentes castas, conforme o comportamento que assumem.

O site Optify.net criou uma infografia, que pode ser vista aqui que descreve as 9 categorias de utilizadores do Facebook, que passamos a descrever:

1) O “perseguidor”: utiliza o Facebook para perseguir ex-namorados e utiliza os perfis de outras pessoas para perseguir os amigos dos “ex”.

2) O “baby boomer: tem mais de 55 anos e adora comentar os posts dos filhos.

3) O “novato”: a sua atividade favorita é comentar e “gostar” de tudo e mais alguma coisa.

4) O “partilha demais”: nesta categoria encaixam-se aqueles que partilham todo o seu dia-a-dia. Posts como “está na hora de ir dormir”, sobre dores nos dedos do pé ou fotos da última refeição ingerida são bons exemplos das temáticas preferidas dos “partilhadores implacáveis”.

5) O “promotor da marca”: para estas pessoas o Facebook serve para trabalhar e promover a sua marca. Partilham apenas novidades relativas à empresa onde trabalham.

6) O “utilizador medroso”: 13 milhões de utilizadores do Facebook não usam as ferramentas de privacidade ou nunca ouviram falar delas. O “utilizador medroso” nunca aceitaria um pedido de amizade destas pessoas. Tem tanto medo de invasões de privacidade que até usa um apelido falso.

7) O “tutor”: “viral” é o nome do meio destes utilizadores do Facebook. O seu sonho é ultrapassar o record de “gostos” – 2. 047. 058 – que atualmente pertence à “Farmers Insurance” (EUA). Partilhar imagens fofinhas de gatos é uma das suas atividades prediletas.

8) O “jogador”: só interage com os outros utilizadores do Facebook através dos jogos. Atualmente um em cada quatro utilizadores desta rede social paga para jogar. O Farmville e o Candy Crush são os seus passatempos de eleição.

9) O “não-utilizador”: 10 por cento dos utilizadores que se registam por mês no Facebook são animais de estimação, marcas ou objetos, mas só 18 por cento dos perfis que existem atualmente pertencem a “não-utilizadores”.

Nós por cá podemos acrescentar uma 10ª categoria, muito em voga ultimamente: “o caçador de prémios”, que são as pessoas que criam perfis falsos para terem um grande número de “gostos” em passatempos e ganhar prémios. Uma estratégia que as marcas começam a descortinar e que pode ser contraproducente. Tanto no Facebook, como na vida, “o crime não compensa”.

Dentista, siso e marketing digital?

guess what Comunicação, Digital 9 Maio, 2013

A crise instalou-se no país e, sobretudo, agarrou-se que nem um parasita mental ao mindset de empresas, empresários, clientes, consumidores… Enfim, pessoas. E enquanto o mercado se vai contraindo, áreas que tradicionalmente viviam sem grande ligação a práticas de promoção, comunicação e marketing, começam a questionar o que podem fazer para dar a volta ao negócio.

São tempos desafiantes em que o evolucionismo de Darwin, agora aplicado à sobrevivência das empresas enquanto agentes económicos, mostra que a continuidade do negócio está sobretudo dependente da capacidade de adaptação aos novos tempos. Esta adaptação passa pela diferenciação do produto ou serviço, por uma política de preço alinhada com o posicionamento da empresa (mas também com o mercado) e por uma estratégia de comunicação que permita mostrar ao mundo quem somos, o que fazemos e porque somos diferentes, melhores que os concorrentes.

Os consultórios de medicina dentária são um exemplo de uma área que, tanto por motivos regulamentares como culturais, viveu durante muitos anos sem procurar profissionalizar a abordagem de marketing e comunicação. Os mais diversos motivos, certamente também relacionados com a crise e a contração dos mercados, fizeram com que 2012 fosse um ano particularmente negro para esta classe profissional, que perdeu cerca de 40% da sua faturação face ao ano anterior, segundo declarações do Bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas. Como podem os dentistas e as clínicas de medicina dentária captar mais clientes neste cenário?

É claro que a resposta não é simples e encerra em si uma multiplicidade de fatores de negócio. De qualquer forma, aqui fica o nosso contributo com algumas ideias-chave no domínio do marketing digital:

  • Dados do Google Trends dizem-nos que existem 135.000 pesquisas mensais da palavra “dentista”;
  • O Digital Agenda Scoreboard (2011), da Comissão Europeia, concluiu que 36% dos utilizadores de Internet procuram ativamente informações na área da saúde;
  • O Global Trust in Advertising Survey (Q3, 2011), da Nielsen, refere que as fontes de informação mais credíveis para os consumidores são (para além das recomendações de pessoas conhecidas), as opiniões de pessoas colocadas online (reviews) e os branded websites;
  • Keywords como “dentista”, “dentes”, “clínica dentária”, “ortodontia” e “implantes dentários” representam um volume de pesquisas nacionais no Google superior a 307.000;

Não será preciso mais para ilustrar a importância do território digital para os consumidores em geral e para os clientes de clínicas dentárias em particular. De que forma estão os dentistas a defender o seu território online e usar estas plataformas (websites, redes sociais, blogs, publicidade nos motores de busca…) para divulgar os seus serviços e captar novos clientes? Em mais de 300 mil pesquisas online por mês destes temas, o potencial não será certamente pequeno. Se você não for a resposta às perguntas do seu target, alguém será… Food for thought!

Guess What organiza reunião mundial sobre comunicação em saúde

guess what Comunicação, Digital, Relações Públicas 24 Abril, 2013

Lisboa foi a cidade escolhida para acolher a reunião anual da GLOBALHealthPR, a maior rede internacional de agências independentes especializadas em saúde. A Guess What é a representante do Grupo em Portugal e ficará responsável pela organização do encontro que juntará mais de 20 especialistas em comunicação de saúde, entre 1 e 3 de maio.

As novas tendências de comunicação online e offline, a situação atual do Serviço Nacional de Saúde e seu impacto nas estratégias de marketing e a gestão de crise no setor da Saúde são alguns dos temas que serão discutidos por representantes dos seguintes países: Espanha, México, Austrália, Alemanha, França, EUA, Índia, Brasil, Argentina, Reino Unido, Singapura, Chile e Portugal.

Campanha pela beleza real tem alma portuguesa

guess what Comunicação, Publicidade, Relações Públicas 23 Abril, 2013

Afinal o que é nacional é mesmo bom.

Segundo a “Briefing”, o português Hugo Veiga, copywriter na Ogilvy São Paulo desde 2009, é um dos criadores da “Dove Real Beauty Sketches”, uma campanha global que está a criar um enorme buzz nas redes sociais e é uma forte candidata a um prémio em Cannes.

Temos que “tirar o chapéu” à equipa de marketing da Dove. Apesar de vivermos numa época em que a “imagem perfeita” é quase sempre fruto de intervenções estéticas (já nem as unhas são verdadeiras), há cada vez mais mulheres (e homens) a identificarem-se com o conceito de “beleza real”. A comprová-lo estão os quase 21 milhões de visualizações da versão em inglês do vídeo “Dove Real Beauty Sketches”, que pode ser visto aqui.

Uma nova casa para o Facebook

guess what Comunicação, Digital 10 Abril, 2013

Com 64% dos utilizadores de Facebook a aceder à plataforma através de aparelhos móveis, o gigante das redes sociais anunciou recentemente a criação do Facebook Home (a App que transformará os mais avançados equipamentos Android em smartphones Facebook), reforçando assim a sua aposta no setor mobile. Após o anúncio, vários sites começaram a testar versões inacabadas da App, apenas para se deparar com uma série de bugs.

O lançamento oficial está previsto para esta sexta feira (12  de Abril) data em que será também lançado o novo HTC First, associado a este lançamento através de uma parceria com a AT&T. Para os utilizadores que ficaram preocupados com a sua privacidade, o Facebook partilhou no seu blog oficial algumas respostas tranquilizadoras. Até conseguirem transformar o seu smartphone, os utilizadores poderão espreitar as principais features da experiência no site e ler algumas reviews, nomeadamente a da Time e a da Wired.