Na Guess What precisamos de sangue

Guess What Comunicação 9 Janeiro, 2020

Não, não precisamos de “sangue novo”, de profissionais para aumentar ou reforçar a nossa equipa, nem de substituir ninguém. O que precisamos mesmo é de sangue, daquele verdadeiro que nos corre nas veias.

Costumamos ver, sobretudo nas redes sociais, apelos à doação de sangue ou à inscrição como dadores de medula óssea, normalmente, sempre associados a um caso específico e não de forma espontânea para responder às necessidades de quem precisa, e muito, destes tratamentos. Isto é algo que deveríamos fazer regularmente por quem precisa, mesmo sem sabermos para quem é, e porque sabemos que é necessário.

Mas hoje, na Guess What, precisamos para um dos nossos. E dos nossos entenda-se que não são só os que trabalham diária e diretamente connosco, mas também aqueles que estão em casa a “segurar as pontas” quando precisamos de sair mais tarde, quando temos um evento ou uma reunião fora do horário habitual, quando estamos stressados e nos ouvem, quando estamos frustrados e nos consolam ou quando estamos cansados e nos abraçam. Um dos nossos precisa e, por isso, nós também precisamos! E precisamos de sangue.

A nossa equipa já está a dar o seu contributo, mas precisamos de mais. Não só pelo nosso, mas também por todos os que neste momento precisam de nós.

E quem pode dar sangue? Para ser dador de sangue terá de ter idade superior a 18 anos, peso igual ou superior a 50kg e hábitos de vida saudáveis.

A Guess What, os nossos e todos os que precisam agradecem!

Mais informações em: http://www.ipolisboa.min-saude.pt/porque-ajudar-o-ipo/seja-dador-de-sangue/#

Direitos do Dador de Sangue:

  • Respeito e salvaguarda da integridade física e mental;
  • Direito a receber informação precisa, compreensível e completa, sobre todos os aspetos relevantes relacionados com a dádiva de sangue;
  • Direito a não ser objeto de discriminação;
  • Confidencialidade e proteção dos dados pessoais;
  • Reconhecimento público;
  • Isenção das taxas moderadoras nos cuidados de saúde primários do Serviço Nacional de Saúde e na realização da maioria dos exames complementares de diagnóstico e terapêutica em serviços de saúde públicos ou privados, designadamente em entidades convencionadas;
  • Direito a ausentar-se do trabalho, pelo tempo considerado necessário para a dádiva de sangue;
  • Direito a um seguro que garante uma indemnização em caso de danos resultantes da dádiva de sangue ou de acidentes nas deslocações para o local da recolha de sangue;
  • Acesso gratuito ao estacionamento dos estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde, quando vai dar sangue;
  • E uma refeição depois da dádiva (dependendo do local de recolha).

Sara Martinho, Consumer&Lifestyle Division Manager