Guess What

Design e música… e é Natal!

guess what Design 18 Dezembro, 2017

É comum numa agência de comunicação (e em todo o lado!) encontrar a equipa a trabalhar com fones nos ouvidos. Quem nunca o fez?

Existem muitas razões para trabalhar enquanto se ouve música: desde inspiração, concentração ou mesmo distração… e a verdade é que a música e (especialmente) o design, têm muito em comum:

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Will we still love Instagram in 2018?

guess what Digital 6 Dezembro, 2017

Como, nos dias de hoje, nem só de imprensa vive o consultor de comunicação, vamos falar sobre redes sociais, mais especificamente sobre aquela rede que tem registado um maior número de fãs em Portugal durante este ano.

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Os sovinas da comunicação

guess what Comunicação 30 Novembro, 2017

A comunicação está na ordem do dia. São cada vez mais os que dela usam e, atrevo-me a dizer, abusam, que isto de comunicar tem (ou devia ter) também o seu peso, conta e medida. Mas depois há quem nunca tenha ouvido falar de tal coisa, quem desconheça o significado do conceito e que, talvez por isso, assuma perante este uma sovinice que não envergonharia o próprio Tio Patinhas. Que a poupe de tal forma, tão poupadinha, com medo que, com o uso, a comunicação se possa gastar.

É o que acontece com alguns dos transportes públicos da capital. E não falo das campanhas ou das iniciativas, que essas lá vão sendo conhecidas e divulgadas. Mas de outro tipo de comunicação, tão ou mais importante, que é a que se estabelece – ou devia estabelecer – com os clientes, ou seja, os passageiros. E essa comunicação é muito escassa. E aqui falo com conhecimento de causa, uma vez sou um desses clientes.

No Metro de Lisboa, quem por lá anda sabe que cada dia é um desafio e uma aventura. Entrar nas estações é mergulhar num mundo subterrâneo onde o conceito de comunicação é totalmente desconhecido. De quando em vez lá se ouve a expressão “perturbações na circulação”, que serve para justificar de tudo um pouco, desde avarias, atrasos, acidentes. Existe mesmo uma coisa chamada Carta do Cliente, que deixaria os mais ingénuos e crédulos como, confesso, também eu já fui, esperançosos de que esta coisa da comunicação funcionasse. Nessa Carta, que se encontra afixada em vários locais ao longo das diferentes linhas, consegue mesmo ler-se que cabe ao Metro “disponibilizar de forma percetível e rigorosa, em espaços próprios e através dos diversos suportes de comunicação com o cliente, a informação relevante sobre o serviço prestado, em situações normais ou de perturbação do serviço”. Bonitas palavras, mas que não passam disso mesmo. Na realidade, a comunicação aqui não é uma estrada de dois sentidos, mas uma via única e que normalmente dá acesso a um beco sem saída: vai do cliente, insatisfeito e que se queixa vezes sem conta, para o operador.

Nos comboios da CP, a situação não muda muito. Aqui, a partilha de informação depende das estações: se há umas em que esta existe, noutras a chegada ou partida do próximo comboio, a existência de avarias ou de “constrangimentos”, como lhes chamam, é um mistério bem guardado.

Na era da comunicação, onde o acesso à informação se pode fazer de tantas e tão diferentes formas, será pedir muito aos operadores que comuniquem com os clientes, que os informem sobre o que se passa, que lhes digam os tempos de espera e os esclareçam?

@Carla Mendes, Senior Content Manager

Timing… ou a falta dele

guess what Comunicação 21 Novembro, 2017

Uma conhecida marca de Donuts decidiu oferecer 36,000 donuts em Londres, através de uma ação com a nova aplicação UberEats.

O “único” problema é que o fez no Dia Mundial da Diabetes, um dia criado pela Organização Mundial de Saúde para consciencializar a população para os problemas causados pela doença.

Durante esse dia #KrispyKreme e #WorldDiabetesDay foram os temas mais falados no Twitter até porque a quantidade de pedidos recebidos em poucos minutos pela marca de donuts através da UberEats provocou um crash na aplicação.

O Fórum Nacional para a Obesidade Britânico considerou “a ideia estúpida e impensada” e a marca já reconheceu o erro de timing da ação.

Free Tip: consultar as efemérides antes de programar algum tipo de ação!

@Sara Martinho, Senior Communication Consultant

37 dias para o Natal e…

guess what Publicidade 17 Novembro, 2017

já fomos invadidos pelo espírito natalício!

No mundo da comunicação o Natal já começou há algum tempo, com a preparação de campanhas e estratégias para a época festiva.

Agora começa a “corrida” para a melhor campanha: Qual criará uma ligação emocional com as pessoas? Qual a que trará mais resultados? Qual será a campanha 360º mais inovadora?

Deixo aqui um top 10 internacional com marcas como Marks & Spencer, Mc’Donalds, ALdi, entre outras. E ainda algumas campanhas, transmitidas em Portugal, que podem ser “a campanha” de 2017.

Aguardemos pelo fim do Natal! HO HO HO!

37 dias para o Natal...

@Mariana Zoio, Digital Consultant

Guess What abre call para empresas nas áreas da Comunicação e do Marketing

guess what Comunicação 8 Novembro, 2017

– A receção de candidaturas decorre até ao próximo dia 30 de novembro –

Com o objetivo de reforçar o seu portfólio de serviços e soluções para os seus clientes, a Guess What abriu uma call para conhecer empresas que possam ter interesse em integrar a oferta da empresa. O modelo de relacionamento será discutido e analisado caso a caso em função de um conjunto de critérios e da vontade de ambas as partes.

Para a Guess What é determinante que as empresas interessadas tenham elevada competência em áreas concretas no universo da Comunicação e do Marketing e tenham ambição de crescimento. As componentes de inovação e especialização são fatores igualmente relevantes no atual processo de consulta. A call estará aberta até ao próximo dia 30 de novembro e as candidaturas poderão ser feitas através do email call2017@guesswhat.com.pt.

A Guess What pretende cada vez mais tornar-se uma one stop shop relevante para o negócio dos clientes. O compromisso está em criar valor através de serviços integrados, com equipas especializadas compostas por pessoas incríveis que atuam de forma multidisciplinar, ágil e com grande proximidade. Desta forma pretende-se dar resposta aos atuais desafios das marcas e empresas e apresentar soluções efetivamente diferenciadoras que contribuam para o cumprimento dos seus objetivos.

As empresas que responderem afirmativamente à chamada e fizerem parte deste modelo irão beneficiar de um conjunto de sinergias e mais-valias com evidentes ganhos para o seu negócio. Para além de aumentarem a sua capacidade produtiva, em volume e qualidade, e facilitar o acesso às best practices e grandes tendências internacionais, o propósito último é valorizar e otimizar as empresas.

Neutralidade da rede e dos conteúdos

guess what Digital 2 Novembro, 2017

Quando Tim Berners-Lee arquitetou a World Wide Web há 28 anos pensou num sistema aberto, do qual todos poderiam usufruir e, neutro, no qual ninguém sairia beneficiado. Ou seja, a rede foi concebida como uma plataforma aberta que permitiria a toda a gente, em todo o lado, partilhar informações, ter acesso a oportunidades e colaborar rompendo com limites geográficos e culturais. É esta a génese da neutralidade da rede.

É neste sentido que a neutralidade da Internet é uma das grandes questões atuais da Governação da Internet. Segundo este princípio, todo o tráfego online deve ser tratado de igual forma, independentemente do tipo de conteúdo e da sua origem sem, por exemplo, bloquear ou tornar mais lento o acesso a certos websites e serviços.

No entanto, a “saúde” da Internet em que hoje navegamos é constantemente ameaçada pelas operadoras, que teimam em não respeitar um dos princípios básicos da mesma.

É sobre esta temática que se debruçou – não pelas melhores razões – Michael J. Coren no artigo “Without net neutrality in Portugal, mobile internet is bundled like a cable package” publicado no passado dia 30 de outubro na revista nativa digital Quartz, que vem colocar em causa os princípios anteriormente referidos, citando exemplos de comportamentos anti concorrenciais e discriminatórios na gestão do tráfego desenvolvidos pelas operadoras em Portugal.

A Internet, enquanto infraestrutura de comunicação, tem um papel central na vida moderna semelhante ao das outras vias de comunicação que são neutrais com respeito ao que nelas é transportado. Por outro lado, como as infraestruturas em rede tendem a ser mais rentáveis com a escala, existe uma tendência grande para a concentração e logo uma propensão natural para erguer barreiras aos novos competidores.

É por isso que esta questão também não deve ser dissociada do negócio Altice / Media Capital que está atualmente a ser analisado pela ANACOM. Isto, no sentido da multinacional francesa poder encerrar o acesso dos operadores concorrentes aos seus conteúdos e canais de televisão e de rádio, bem como ao seu espaço publicitário, ao mesmo tempo que poderá encerrar o acesso de outros canais (por exemplo, a SIC e a RTP) às suas plataformas, nomeadamente de televisão por subscrição, portais de Internet (SAPO e IOL) e serviços OTT (mensagens, chamadas de voz e aplicações).

Na lógica de uma verticalização do negócio das telecomunicações com o dos media, ou seja, a fusão entre empresas destes dois sectores (como é o caso), pode potencialmente e, sem neutralidade, a empresa do ramo da produção ou indexação de “conteúdos” poderia “pagar” ao fornecedor de Internet (empresas do mesmo grupo) para que o acesso ao seu motor de busca fosse mais rápido do que aceder a um motor de busca concorrente. No limite, o próprio operador poderia mesmo fazer com que os dados (leia-se conteúdos) dos seus serviços tivessem prioridade sobre os dos concorrentes, adotando um papel de gatekeeper da rede, com a capacidade de escolher quais conteúdos que serão ou não disponíveis para os utilizadores de forma diferenciada.

Num mundo cada vez mais digital, onde o consumo de informação tem passado muito (e sempre a aumentar), nos últimos anos, pela Internet, estas questões merecem uma reflexão cuidadosa.

@Gonçalo Carvalho, Public Affairs Manager

O outro lado do futebol

guess what Digital 24 Outubro, 2017

Numa altura que todos estamos muito orgulhosos de ter um português mais uma vez como o melhor jogador de futebol do planeta, existem muitos que não têm a mesma “sorte” neste mercado profissional tão difícil.

Em Portugal os jogadores desempregados têm um grande apoio por parte do sindicato com o seu programa “Estágio do Jogador”.

Este ano focado nas redes sociais como ferramenta de empregabilidade que neste contexto ainda está a dar os primeiros passos.

Os jogadores desempregados em Portugal utilizam ainda muito pouco estas ferramentas para se mostrarem e autopromoverem.

Uma excelente ideia do Sindicato dos Jogadores de Futebol Profisisonal (SJPF).

@Paulo PereiraChief Financial Officer