Um ano de teletrabalho…

Guess What Comentário à Atualidade, Comunicação 1 Abril, 2021

O ano de 2020 abriu portas a um futuro mais flexível, no qual o teletrabalho passou a ser algo comum (e obrigatório) para a maioria das empresas. Se para algumas foi uma autêntica novidade, para outras foi apenas uma forma de acelerar processos que já estavam em andamento. 

Se, até então, apenas as grandes multinacionais ou as empresas de IT permitiam que os seus colaboradores trabalhassem a partir de casa, com toda a naturalidade, como se estivessem a trabalhar a partir das instalações da empresa, a verdade é que o grande tecido empresarial português era reticente quanto a este regime e jamais o tinha equacionado. 

O trabalho remoto era visto, no contexto laboral diário das empresas, como aquele regime um tanto ou quanto esotérico previsto em nem meia dúzia de artigos do Código do Trabalho. Certo é que tudo mudou quando se instalou a pandemia.

Contudo, estar a trabalhar em casa tem as suas vantagens:

  • Redução do tempo despendido na deslocação para o emprego, o que pressupõe mais horas de sono e também uma economia significativa no uso dos combustíveis;
  • Relacionado com o ponto anterior, possibilidade de aproveitar o tempo antes e depois do trabalho para fazer algo que anteriormente não era possível, como, por exemplo, uma caminhada ao ar livre, que já é permitida;
  • Possibilidade de trabalhar com roupa, pelo menos a parte de baixo, e sapatos bem mais confortáveis;
  • Economizar dinheiro, pois as refeições fora e o convívio com os colegas, após o horário de trabalho, não é possível ser feito;
  • Conseguimos passar mais tempo com os nossos animais de estimação, que são muitas vezes a nossa companhia em teletrabalho;
  • Nas possíveis pausas do trabalho ou quando estamos mais stressados, conseguimos respirar fundo ou, caso seja possível, apanhar ar e relaxar uns minutos.

Após as medidas previstas de desconfinamento para as próximas semanas, há quem esteja desejoso de voltar aos escritórios e há quem prefira continuar a trabalhar a partir de casa. E, no seu caso, o que prefere?

Bárbara Marteleira, Communication Consultant