FIPRA escolhe Guess What para se expandir em Portugal na área de Public Affairs 

A FIPRA Public Affairs, empresa de consultoria em assuntos públicos, relações governamentais e política regulatória, nascida há 26 anos em Bruxelas, integra a Guess What como parte da sua rede internacional. Sediada em Lisboa, a agência de comunicação e relações-públicas conta com quase duas décadas de experiência em relações públicas e comunicação estratégica.

“O compromisso da Guess What com um trabalho de alta qualidade e focado em resultados está totalmente alinhado com os valores centrais da FIPRA: excelência e geração de impacto positivo nas políticas públicas, onde quer que atuemos. A sua integração na rede FIPRA fortalece a nossa capacidade de apoiar clientes cujas estratégias de relações institucionais abrangem Bruxelas e Lisboa, especialmente no que diz respeito a serviços de comunicação digital”, afirma a FIPRA. “Jorge Azevedo e Renato Póvoas trazem uma visão de longo prazo para a nossa rede, permitindo-nos definir metas estratégicas que se alinham perfeitamente aos objetivos de nossos clientes, sempre com foco na excelência e na criatividade”, conclui. 

Esta integração acontece num momento particularmente relevante para o setor. Com a entrada em vigor da Lei n.º 5-A/2026 e a implementação do Registo de Transparência da Representação de Interesses (RTRI), Portugal inicia uma nova fase na regulamentação da atividade de representação de interesses. Mais do que uma nova parceria internacional, este é um reforço da nossa capacidade para acompanhar organizações neste novo enquadramento legal, garantindo uma atuação estratégica, ética e em conformidade.

Para Gonçalo Carvalho, Head of Public Affairs & Partner da Guess What, “a integração da Guess What na rede FIPRA ocorre num momento decisivo para o setor, com a entrada em vigor da Lei n.º 5-A/2026, a 27 de julho, e a iminente divulgação, pelo Grupo de Trabalho para a Implementação da Lei, do calendário de testes, da data de entrada em funcionamento do Registo de Transparência da Representação de Interesses (RTRI) e do respetivo modelo de gestão. Portugal está, assim, a dar os primeiros passos concretos na regulamentação da atividade de lobby, o que confirma o que já vínhamos a defender: as Relações Institucionais deixaram de ser um exercício de proximidade informal para se afirmarem como uma função estratégica, sujeita a escrutínio público e assente na ética, no rigor técnico e no diálogo qualificado entre organizações, decisores políticos e a sociedade civil. Acompanhar de perto esta transição regulamentar e ajudar os nossos clientes a atravessá-la em conformidade é, atualmente, parte central do nosso papel”.